• Pesquisa orienta gestores públicos e privados para a criação de políticas e de um ambiente de mercado favorável à construção de edifícios mais eficientes

    Talvez seja menos evidente para a população o impacto causado pelo ambiente construído, mas ele não é pequeno: as edificações, que compreendem os setores residencial, comercial e público, respondem por cerca de 15% do consumo de energia total e 51% do consumo de eletricidade no Brasil. A eficiência das edificações é um conceito que está relacionado ao uso eficiente de recursos, como energia, água e materiais, na construção, operação e manutenção dos edifícios.

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  • Qualificação da inserção urbana é fundamental para a sustentabilidade dos empreendimentos

    Artigo escrito por Clarisse Cunha Linke e Luis Antonio Lindau e publicado originalmente no Valor Econômico.

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  • Gerente de Desenvolvimento Urbano fala da relação entre planejamento, mobilidade e sustentabilidade nas cidades

    Geógrafo ou urbanista? Henrique Evers, gerente de Desenvolvimento Urbano do WRI Brasil, mostra que é possível ser as duas coisas ao mesmo tempo. Depois de dedicar-se ao mapeamento do território, com foco nos Sistemas de Informações Geográficas (SIG), percebeu que também poderia desenvolver o papel de planejador urbano. A conexão entre os dois mundos ocorreu após se dedicar a projetos de mobilidade urbana. Henrique percebeu que havia uma sinergia importante entre coordenar a infraestrutura de transporte com as ações nos territórios das cidades.

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  • A falta de informações estruturadas impede muitos gestores municipais de tomar decisões mais assertivas

    Este blog foi escrito por Pankaj BhatiaChristopher M. Ede-CaltonCassandra Etter-Wenzel e Daniely Votto, e publicado originalmente no WRI Insights.

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  • Novo estudo do WRI Brasil avalia benefícios econômicos de 13 medidas de sustentabilidade para melhorar a eficiência de edificações

    Programas de habitação social de larga escala, como o Minha Casa, Minha Vida, são uma oportunidade de investir em práticas sustentáveis que podem melhorar a eficiência das edificações, gerando benefícios econômicos, sociais e ambientais. Essa é a conclusão da nova publicação lançada pelo WRI Brasil, que avalia os impactos de 13 medidas para aumentar a eficiência das edificações em programas de habitação de interesse social.

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  • Novo estudo do WRI Brasil, em parceria com Ministério das Cidades, calcula os custos com infraestrutura de transporte e equipamentos públicos nos empreendimentos do MCMV em três cenários

    Direito à moradia é mais do que habitação: abrange também o acesso a mobilidade, infraestrutura urbana, equipamentos comunitários e serviços públicos, como escolas e hospitais. Assim, quando falamos de habitação social, a inserção urbana dos empreendimentos – ou seja, se estão localizados em áreas bem atendidas por serviços ou distantes e desconectadas dos centros – influenciará de forma significativa não só a qualidade de vida dos moradores e o quanto gastarão para ter acesso às oportunidades, mas também os custos que a cidade terá para construir e manter as novas infraestruturas.

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  • Fernando Bernardi Gallacci falou com o WRI Brasil sobre as oportunidades geradas pelas Parcerias Público-Privadas

    O modelo das Parcerias Público-Privadas (PPPs) já é empregado com sucesso em muitos países, seguindo as diferentes legislações. As PPPs são importantes meios de viabilizar infraestruturas urbanas, mas as experiências brasileiras deixam claro as dificuldades encontradas pelos governos na sua execução.

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  • Diana Meirelles da Motta explica por que o Ministério das Cidades adiou o prazo de elaboração dos Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado

    Na última semana, publicamos uma entrevista com Cléver Ubiratan Teixeira de Almeida, secretário de Mobilidade substituto do Ministério das Cidades, para esclarecer a Medida Provisória (MP) que alterou a data limite para a elaboração dos Planos de Mobilidade Urbana.

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  • Integrar o DOTS nos Planos Diretores é um passo importante para mudar o modelo de desenvolvimento das cidades e transformá-las em lugares melhores para as pessoas

    “Bem-vindos à revisão do Plano Diretor da Antares!”

    Antares vive uma realidade semelhante à de muitas cidades brasileiras: uma cidade dispersa, espraiada, com um corredor BRT percorrendo regiões pouco densas, vazios urbanos e infraestruturas subutilizadas. Com 1,2 milhão de habitantes, Antares passou por um processo de desenvolvimento que a levou a se tornar uma cidade 3D: distante, dispersa e desconectada. Antares, agora, busca reverter esse modelo – e tem na revisão de seu Plano Diretor a oportunidade para fazer isso.

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  • Seminário realizado em São Paulo reuniu especialistas para debater formas de avançar e tornar realidade os Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado

    Não é só pela proximidade do prazo de entrega dos Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUIs), em janeiro de 2018, que o planejamento das metrópoles brasileiras precisa avançar. É pela capacidade de transformação das cidades a partir desse complexo trabalho.

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