• Como Glasgow se transformou na cidade mais inteligente do planeta

    Tudo começou com uma ideia sobre como seria possível diminuir o crime, melhorar o uso de energia e o transporte da cidade. Glasgow sabia aonde queria chegar e deu início a um plano para alcançar essa cidade dos sonhos e do futuro. Foi assim que a quarta maior cidade britânica derrotou até Londres e levou o prêmio de £24 milhões para se transformar em uma cidade mais inteligente, com a meta ambiciosa de reduzir 30% do gasto de energia até 2020. 

  • Transporte ativo e coletivo: os modos do empoderamento

    A violência, infelizmente, ainda é uma experiência comum para as mulheres no transporte coletivo, seja vivenciando-a diretamente como vítimas ou testemunhando casos de assédio. “O medo nos afasta do transporte coletivo”, afirma Ana Carolina Nunes, do SampaPé. Essa é uma realidade presente no dia a dia de milhares de mulheres, e reverter esse quadro começa por compreender as justificativas equivocadas para os casos de violência no transporte.

  • As mulheres movem a cidade

    As mulheres ocupam apenas 5% dos cargos de CEOs em organizações brasileiras. No Senado e na Câmara dos Deputados, embora se perceba algum crescimento ao longo das últimas décadas, a representatividade feminina ainda é muito pequena se comparada à dos homens.

  • O que as cidades brasileiras podem aprender com o Reino Unido sobre cidades inteligentes?

    A partir desta segunda-feira (5), gestores públicos farão parte de uma missão técnica ao Reino Unido para conhecer conceitos e boas práticas de cidades inteligentes. Celio Bouzada, da BHTrans; Eleoterio Codato, do Ministério das Cidades, e João Domingos Azevedo, do Instituto Pelópidas Silveira (Recife), irão visitar Glasgow, Milton Keynes e Londres, cidades com diversas iniciativas que incentivam o compartilhamento e a análise de dados, a interação de serviços e a participação dos cidadãos na construção de uma cidade mais moderna e inteligente.

Blog

  • As mulheres e a cidade: o poder da nossa voz

    Mulheres reunidas no seminário que debateu a importância de considerar a perspectiva feminina no planejamento da mobilidade (Foto: Mariana Gil/WRI Brasil Cidades Sustentáveis) “Eles ainda decidem por nós.”

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