• O especialista em Mobilidade Urbana do WRI Brasil falou sobre os desafios da Nova Mobilidade, as oportunidades de se pensar em Gestão de Demanda de Viagens e sobre ações de sustentabilidade no WRI Brasil

    Desde 2012 no WRI Brasil, o hoje especialista de Mobilidade Urbana, Guillermo Petzhold, tem a missão de contribuir para que as organizações exerçam seu papel na melhoria do transporte nas cidades brasileiras. Um dos responsáveis pelo desenvolvimento da área de Gestão de Demanda de Viagens (GDV) no WRI Brasil, Guillermo trabalhou para avançar os projetos da organização ao mesmo tempo em que definia sua carreira acadêmica.

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  • Diana Meirelles da Motta explica por que o Ministério das Cidades adiou o prazo de elaboração dos Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado

    Na última semana, publicamos uma entrevista com Cléver Ubiratan Teixeira de Almeida, secretário de Mobilidade substituto do Ministério das Cidades, para esclarecer a Medida Provisória (MP) que alterou a data limite para a elaboração dos Planos de Mobilidade Urbana.

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  • Belo Horizonte e Região Metropolitana, São Paulo, Uberlândia, Rio de Janeiro, Fortaleza, Recife, Juiz de Fora, Joinville e Uberaba integram o grupo

    A mudança de paradigma na mobilidade começará quando o transporte coletivo se tornar competitivo e atrativo em relação a outros modos de transporte. A falta de priorização e de infraestrutura de qualidade contribui para que os ônibus venham perdendo passageiros a cada ano – 18% somente entre 2014 e 2016.

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  • Em entrevista, Clever Almeida, secretário de Mobilidade substituto, esclareceu os objetivos da Medida Provisória que adiou a data limite para 2019

    Estados e municípios brasileiros ganharam mais tempo para planejar a sua mobilidade. Em Medida Provisória (MP) publicada em 12 de janeiro no Diário Oficial da União, assinada pelo presidente Michel Temer e pelo ministro das Cidades, Alexandre Baldy, foram alterados prazos presentes na Política Nacional de Mobilidade Urbana, de 2012, e no Estatuto da Metrópole, de 2015.

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  • Poluição do ar. Oceanos cheios de plástico. Sugar carbono dos céus. Estas são apenas algumas das histórias em pauta neste ano

    A grande questão para 2018 é se as tendências preocupantes do ano passado para o meio ambiente e o desenvolvimento – aumento das emissões globais de carbono, desastres naturais de vários bilhões de dólares, abandono por parte do presidente dos EUA, Donald Trump, da ação climática – continuarão ou tomarão uma direção mais positiva.

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  • WRI Brasil e Toyota Mobility Foundation lançam desafio que vai testar e escolher os projetos que mais funcionam na prática

    No cenário de inovações constantes, cabe às cidades não apenas criar um ambiente instigante para jovens empreendedores, como aproveitar as soluções para resolver problemas crônicos. A mobilidade urbana é um exemplo claro dessa mudança de mentalidade que se exige dos gestores urbanos.

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  • Exigência de planos de mobilidade urbana e a disponibilização de recursos para sua execução demonstram esforço do governo em incentivar o planejamento sustentável

    No final do ano passado, o Ministério das Cidades apresentou os primeiros municípios pré-selecionados para o Avançar Cidades – Mobilidade Urbana. O programa é uma iniciativa do governo federal para impulsionar projetos de infraestrutura de sistemas de transporte coletivo e de transporte não motorizado, além da elaboração de projetos executivos e planos de mobilidade urbana.

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  • Entrevista com Arturo Ardila-Gomez, economista do Banco Mundial

    As cidades brasileiras, em geral, ainda dependem exclusivamente da receita gerada com as tarifas para financiar seus sistemas de transporte coletivo, incluindo operação, manutenção, frota e estrutura. O problema é que, nos melhores casos, esse recurso só é suficiente para cobrir operação, manutenção e custos relacionados à frota, “na maior parte, só os dois primeiros”, avalia o economista do Banco Mundial, Arturo Ardila-Gomez (abaixo, na foto de Victor Moriyama).

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  • Cinco perguntas para Camila Maleronka, urbanista e pesquisadora do Lincoln Institute of Land Policy

    Podemos dizer que a forma urbana é a “cara” que cada cidade tem. A organização dos espaços públicos e construídos é o que determina a forma urbana de uma cidade. Assim, uma cidade poderá ser dispersa – com baixas densidades populacionais, onde predomina o uso do transporte individual, gerando a necessidade de longos deslocamentos –, ou compacta, com densidades equilibradas e diferentes centralidades. Para atingir o segundo modelo, é fundamental o bom gerenciamento do uso e ocupação do solo, articulado ao planejamento dos sistemas de transporte coletivo.

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  • Com o apoio de diversos coletivos da cidade de São Paulo, grupo concebido pelo WRI Brasil prioriza o olhar feminino na construção de uma São Paulo mais equânime

    Há um ano, um encontro de mulheres engajadas na temática da mobilidade urbana de São Paulo proporcionou a oportunidade de debater desafios e propor melhorias urbanas sob a perspectiva de gênero. Da união das cerca de 100 pessoas presentes, majoritariamente mulheres, concluiu-se que espaços de discussão como aquele precisavam ser multiplicados e dar origem a grandes ideias e propostas à capital paulista.

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