• Luis Antonio Lindau escreve sobre projeto de lei em discussão no Congresso Nacional

    Artigo escrito por Luis Antonio Lindau e publicado originalmente na Revista NTU Urbano.

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  • Em debate realizado pelo WRI Brasil na 72ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos, em Recife, especialistas discutiram oportunidades para tirar projetos do papel

    Depois de apresentarem seus projetos, as 11 cidades da Rede Nacional para a Mobilidade de Baixo Carbono têm agora o desafio de tirar as Ruas Completas do papel. São muitos os desafios, sejam eles econômicos, políticos, técnicos ou de governança.

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  • Alunos aprenderão os conceitos em aula para aplicar em futuros projetos pelo país

    Juiz de Fora, em Minas Gerais, poderá ter muitas Ruas Completas no futuro. Além da transformação nas ruas Marechal Deodoro e Batista de Oliveira apresentada na semana passada, tornando esses eixos do comércio da cidade em espaços com prioridade para pedestres, o município terá no futuro profissionais capacidados para explorar o conceito em seus projetos.

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  • Em 2017, o WRI Brasil passou pelas onze cidades participantes da Rede de Mobilidade de Baixo Carbono para capacitar no conceito que guiou novos projetos

    Pouco mais de meio ano depois do lançamento da Rede Nacional para a Mobilidade de Baixo Carbono, chegou a hora de compartilhar as experiências de cada município no desenvolvimento dos projetos de Ruas Completas.

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  • Integrar o DOTS nos Planos Diretores é um passo importante para mudar o modelo de desenvolvimento das cidades e transformá-las em lugares melhores para as pessoas

    “Bem-vindos à revisão do Plano Diretor da Antares!”

    Antares vive uma realidade semelhante à de muitas cidades brasileiras: uma cidade dispersa, espraiada, com um corredor BRT percorrendo regiões pouco densas, vazios urbanos e infraestruturas subutilizadas. Com 1,2 milhão de habitantes, Antares passou por um processo de desenvolvimento que a levou a se tornar uma cidade 3D: distante, dispersa e desconectada. Antares, agora, busca reverter esse modelo – e tem na revisão de seu Plano Diretor a oportunidade para fazer isso.

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  • Nova publicação do WRI Brasil apresenta sete estratégias que incentivam hábitos mais sustentáveis nos deslocamentos ao trabalho ou estudo

    Existem diferentes opções de transporte que podem levar as pessoas diariamente aos seus locais de trabalho ou estudo. No entanto, a cultura carrocêntrica difundida na maior parte das cidades brasileiras faz com que milhões de pessoas optem pelo transporte motorizado individual. Em paralelo a isso, os métodos colocados em prática para tratar os habituais congestionamentos não estão contribuindo para a solução dos problemas, apenas perpetuando erros e levando as cidades a um cenário insustentável.

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  • Municípios brasileiros devem aproveitar o momento e levar para o Brasil acordos para a promoção de políticas públicas de enfrentamento às mudanças climáticas
    Este artigo foi escrito por Daniely Votto, gerente de Governaça Urbana do WRI Brasil. 
     

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  • Na terceira entrevista da série, conheça a coordenadora de Mobilidade Ativa do WRI Brasil

    Hoje coordenadora da área de Mobilidade Ativa do WRI Brasil, Paula deu início à sua trajetória na organização há mais de oito anos, como estagiária de transportes.

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  • Entrevistamos Cristina Van Valkenburgh, gerente dos programas de mobilidade no Departamento de Transporte de Seattle (SDOT)

    Nenhuma política isolada terá capacidade de transformar a mobilidade de uma grande cidade. As melhores práticas mostram que é necessário um olhar integrado para o transporte, o uso do solo, o zoneamento e demais ferramentas de planejamento. É preciso ter uma visão de sucesso e persegui-la, com ajuda das pessoas e do setor corporativo. Esses são alguns pontos-chave para o sucesso de Seattle, onde Cristina Van Valkenburgh atua como gerente dos programas de mobilidade no Departamento de Transporte de Seattle (SDOT).

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  • Em entrevista, Laura Ballesteros, subsecretária de Planejamento na Secretaria de Mobilidade do Governo da capital mexicana, explica como a cidade está tentando mudar os hábitos de deslocamento da população

    Ainda precisa mudar em muitas cidades a ideia de que a melhoria da mobilidade urbana passa necessariamente pela ampliação da infraestrutura. Políticas de Gestão da Demanda de Viagens (GDV) tem papel importante para otimizar o uso do espaço viário e incentivar a mobilidade sustentável. Assunto ainda delicado para o poder público, ainda precisa avançar nas cidades brasileiras.

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