• Em entrevista, Clever Almeida, secretário de Mobilidade substituto, esclareceu os objetivos da Medida Provisória que adiou a data limite para 2019

    Estados e municípios brasileiros ganharam mais tempo para planejar a sua mobilidade. Em Medida Provisória (MP) publicada em 12 de janeiro no Diário Oficial da União, assinada pelo presidente Michel Temer e pelo ministro das Cidades, Alexandre Baldy, foram alterados prazos presentes na Política Nacional de Mobilidade Urbana, de 2012, e no Estatuto da Metrópole, de 2015.

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  • Poluição do ar. Oceanos cheios de plástico. Sugar carbono dos céus. Estas são apenas algumas das histórias em pauta neste ano

    A grande questão para 2018 é se as tendências preocupantes do ano passado para o meio ambiente e o desenvolvimento – aumento das emissões globais de carbono, desastres naturais de vários bilhões de dólares, abandono por parte do presidente dos EUA, Donald Trump, da ação climática – continuarão ou tomarão uma direção mais positiva.

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  • WRI Brasil e Toyota Mobility Foundation lançam desafio que vai testar e escolher os projetos que mais funcionam na prática

    No cenário de inovações constantes, cabe às cidades não apenas criar um ambiente instigante para jovens empreendedores, como aproveitar as soluções para resolver problemas crônicos. A mobilidade urbana é um exemplo claro dessa mudança de mentalidade que se exige dos gestores urbanos.

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  • Exigência de planos de mobilidade urbana e a disponibilização de recursos para sua execução demonstram esforço do governo em incentivar o planejamento sustentável

    No final do ano passado, o Ministério das Cidades apresentou os primeiros municípios pré-selecionados para o Avançar Cidades – Mobilidade Urbana. O programa é uma iniciativa do governo federal para impulsionar projetos de infraestrutura de sistemas de transporte coletivo e de transporte não motorizado, além da elaboração de projetos executivos e planos de mobilidade urbana.

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  • Entrevista com Arturo Ardila-Gomez, economista do Banco Mundial

    As cidades brasileiras, em geral, ainda dependem exclusivamente da receita gerada com as tarifas para financiar seus sistemas de transporte coletivo, incluindo operação, manutenção, frota e estrutura. O problema é que, nos melhores casos, esse recurso só é suficiente para cobrir operação, manutenção e custos relacionados à frota, “na maior parte, só os dois primeiros”, avalia o economista do Banco Mundial, Arturo Ardila-Gomez (abaixo, na foto de Victor Moriyama).

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  • Cinco perguntas para Camila Maleronka, urbanista e pesquisadora do Lincoln Institute of Land Policy

    Podemos dizer que a forma urbana é a “cara” que cada cidade tem. A organização dos espaços públicos e construídos é o que determina a forma urbana de uma cidade. Assim, uma cidade poderá ser dispersa – com baixas densidades populacionais, onde predomina o uso do transporte individual, gerando a necessidade de longos deslocamentos –, ou compacta, com densidades equilibradas e diferentes centralidades. Para atingir o segundo modelo, é fundamental o bom gerenciamento do uso e ocupação do solo, articulado ao planejamento dos sistemas de transporte coletivo.

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  • Com o apoio de diversos coletivos da cidade de São Paulo, grupo concebido pelo WRI Brasil prioriza o olhar feminino na construção de uma São Paulo mais equânime

    Há um ano, um encontro de mulheres engajadas na temática da mobilidade urbana de São Paulo proporcionou a oportunidade de debater desafios e propor melhorias urbanas sob a perspectiva de gênero. Da união das cerca de 100 pessoas presentes, majoritariamente mulheres, concluiu-se que espaços de discussão como aquele precisavam ser multiplicados e dar origem a grandes ideias e propostas à capital paulista.

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  • Prêmio reconheceu as realizações e inovações do WRI em projetos de desenho urbano e transporte sustentável para salvar vidas

    LONDRES (12 de dezembro de 2017) – A cada ano, o prêmio Prince Michael International Road Safety reconhece as maiores realizações e inovações para melhorar a segurança viária e salvar vidas no mundo. Na terça-feira, 12 de dezembro de 2017, o WRI Ross Center for Sustainable Cities foi nomeado vencedor do prêmio em reconhecimento ao significativo trabalho para reduzir as mortes no trânsito em cidades de baixa e média renda através do transporte sustentável e do desenho urbano.

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  • Na última entrevista da série, conversamos com Adam Stocker, pesquisador na área de transporte sustentável na Universidade de Berkley

    Os primeiros serviços de transporte sob demanda por aplicativos surgiram em 2010. Nesses sete anos, milhares de pessoas aderiram e eles já são vistos como uma opção natural dentro das alternativas de transporte urbano. A rápida disseminação causou grande impacto nas cidades, embora ainda não existam dados muito precisos sobre o tamanho dessa transformação, especialmente nas cidades do hemisfério sul.

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  • Ferramenta criada pelo ITDP, o BRT Standard qualifica os sistemas de BRT como ouro, prata, bronze e básico

    A plataforma global BRTData, gerenciada e atualizada pelo programa de Cidades do WRI Brasil, foi listada como um dos dez melhores sites para planejadores de 2017.

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