• Por Priscila Pacheco e Lara Caccia

    A rápida urbanização e o crescimento das cidades podem causar uma série de problemas urbanos, mas também são uma oportunidade de mudar a maneira como são planejadas e de transformá-las em lugares mais sustentáveis e voltados para as pessoas. Repensar os padrões de expansão das cidades, adotando um modelo mais compacto, de desenho urbano mais conectado, pode ampliar as oportunidades de emprego, o acesso a espaços públicos de qualidade, a oferta de transporte sustentável, o estímulo à mobilidade não motorizada e a vitalidade econômica.

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  • Congresso Internacional Cidades & Transportes irá discutir os custos do padrão de desenvolvimento atual e como os recursos podem ser alocados para combater o aquecimento global

    Cidades dispersas custam à economia americana US$ 1 trilhão por ano, de acordo com um estudo do New Climate Economy publicado este ano. Estes custos incluem gastos com infraestrutura, serviços públicos e transporte. O relatório “Análises de Políticas Públicas que Encorajam e Subsidiam a Dispersão” (tradução livre) investiga os custos de expansão e os potenciais benefícios do “crescimento inteligente”, que estimula o desenvolvimento de cidades mais compactas.

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  • Desde que foi selecionada como uma das 100 cidades do Desafio de Resiliência da Fundação Rockefeller, Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, passou a construir sua estratégia de resiliência junto a diversos representantes da sociedade. Mais um passo deste trabalho foi dado nessa quarta-feira, 3 de junho, com encontro do grupo de trabalho sobre Mobilidade Humana na sede do WRI Brasil | EMBARQ Brasil.

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  • Por Luisa Zottis

    A expansão urbana mal planejada está afastando, cada vez mais, pessoas dos empregos, serviços e oportunidades para viver com qualidade de vida nas cidades. Somos 170 milhões de brasileiros em áreas urbanas lidando com as consequências de décadas de desenvolvimento orientado pelo carro.

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  • A atual lógica da expansão mal planejada das cidades brasileiras tem levado muitas pessoas a residir em regiões periféricas, afastadas dos centros urbanos. A problemática, que demanda mais viagens motorizadas e gera congestionamentos e degradação ambiental, também onera cidadãos, especialmente os de menor renda, que perdem qualidade de vida e despendem significativa parte de seu tempo produtivo com transporte.

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  • Por André Dantas, PhD, diretor técnico da NTU

    É início da manhã em Brasília. O telefone toca e do outro lado um amigo conta a situação da mobilidade urbana no município, onde ele reside e trabalha. Atônito, ouço o relato sem querer acreditar nos fatos. Segundo o meu amigo, em questão de alguns dias surgiu um projeto de lei que institui o plano diretor de mobilidade urbana. O projeto está prestes a se tornar lei municipal. As autoridades públicas locais justificam que a sanção dessa lei é imprescindível para que os recursos federais que estão alocados ao município não sejam “perdidos”.

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