• Trinta pessoas participam do encontro, que promove novas discussões e atividades práticas relacionadas ao financiamento de projetos DOTS

    O uso do DOTS é identificado mundialmente como ferramenta efetiva para promover o crescimento urbano sustentável, integrando planejamento urbano e de transportes e construindo comunidades urbanas mais compactas e conectadas.  Na tarde de ontem (28), o Seminário Experiências Latino-Americanas no Financiamento do DOTS apresentou e debateu

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  • Segundo painel do Seminário analisa diferentes modelos latino-americanos de financiamento de projetos DOTS

    Nos últimos anos, ao aliar crescimento econômico à oferta de melhores oportunidades para a população, o Brasil ganhou espaço nas discussões internacionais relativas ao desenvolvimento. No que diz respeito ao desenvolvimento urbano sustentável, porém, as cidades brasileiras ainda enfrentam consideráveis dificuldades.

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  • Seminário em São Paulo reuniu especialistas para debater formas de viabilizar o financiamento do DOTS nas cidades brasileiras

    Os projetos de Desenvolvimento Orientado ao Transporte Sustentável (DOTS), por definição, incorporam os processos de dois pilares do desenvolvimento sustentável das cidades: planejamento urbano e de transportes. Ao trabalhar com as duas frentes de forma integrada, o DOTS consolida-se como um modelo de planejamento que promove a construção de comunidades urbanas mais compactas e sustentáveis.

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  • Diálogo "Cidade para quem?" debateu a relação das pessoas com as cidades sob enfoque do desenvolvimento urbano sustentável

    No último domingo (25), o Vila Flores, em Porto Alegre, recebeu o ShareFest POA 2015, festival de cultura e economia colaborativa com uma série de eventos reunindo empreendedores e inovadores sociais, ONGs, empresas e ativistas para debater temáticas como consumo consciente, cidadania e compartilhamento. Uma dessas atividades foi o diálogo Cidade para quem?, que convidou painelistas com diferentes experiências para um debate plural sobre a relação das pessoas com suas cidades.

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  • Evento dessa quinta-feira marcou início da complementação e detalhamento do Plano de Mobilidade

    A capital catarinense vive um momento único para o seu desenvolvimento urbano. Com investimentos garantidos do PAC, o recente lançamento do Plano de Ação Sustentável e a finalização do PLAMUS, Florianópolis está hoje na vanguarda das médias cidades do país em termos de avanços para tornar a vida de seus residentes e visitantes mais próspera e segura.

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  • Serão realizadas oficinas comunitárias em diferentes pontos da capital catarinense

    A Prefeitura de Florianópolis, por meio do Instituto de Planejamento Urbano (IPUF), realiza nesta quinta-feira (22) o lançamento dos trabalhos de complementação e detalhamento do Plano de Mobilidade da cidade. O evento acontecerá no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), na rua Felipe Schmidt, 679, Centro, a partir das 10h. O prefeito Cesar Souza Junior fará a apresentação ao lado do diretor do WRI Brasil Cidades Sustentáveis, Luis Antonio Lindau.
     

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  • Os passos que damos hoje estão construindo o caminho para o futuro de nossas cidades. Mas como direcionar as ações atuais a um destino mais sustentável? As tendências em mobilidade foram pauta de encontro em Curitiba, promovido pela Fepasc (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros dos Estados do Paraná e Santa Catarina), nesta terça-feira (20). O encontro “Tendências 2016” contou com a participação do ex-ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, especialistas e executivos do setor de transportes no Brasil.

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  • Outubro chegou para aumentar os números de sistemas BRT e corredores com prioridade para o ônibus em operação atualmente. De acordo com os dados mais recentes do BRTdata.org, 32,8 milhões de pessoas são beneficiadas diariamente por 404 corredores dedicados ao ônibus, distribuídos em 197 cidades e somando, juntos, 5.246 quilômetros.

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  • Uma reflexão sobre os custos-benefícios de cidades mais ativas

    As doenças não transmissíveis representam, hoje, as principais causas de morte no Brasil. De acordo com o relatório da Organização Mundial da Saúde [1], 74% das mortes no país são causadas por doenças não transmissíveis, sendo que 60% são relacionadas a doenças cardiovasculares, respiratórias, cânceres e diabetes, doenças relacionadas ao sedentarismo e sobrepeso. Isso quer dizer que nosso estilo de vida sedentário é o que, em grande parte, está nos matando hoje em dia.

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