• A forma como estamos construindo nossas áreas urbanas faz delas as responsáveis por 75% das emissões de gases de efeito estufa no mundo. Isso significa que muito ainda precisa mudar. Além da poluição causada pelo uso desenfreado de carros, uma grande parcela dessas emissões vem das nossas construções. Um estudo da Agência Internacional de Energia (IEA) mostra que o mundo pode reduzir até 83% das emissões atuais de CO2 até 2050 ao implementar medidas de eficiência energética no setor da construção ao conter a liberação de mais de 5,8 bilhões de toneladas de gases poluentes.

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  • No ritmo em que ocorre a urbanização atual, tomadas de decisões inteligentes e assertivas são necessárias para transformar as cidades. Teorias servem apenas de base, mas são os dados e as informações que moverão o futuro. O conceito de Cidades Inteligentes tem como pilar o aproveitamento das tecnologias para ajudar a solucionar os problemas dos grandes centros urbanos.

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  • Para incentivar a pensar nos espaços de Belo Horizonte, o WRI Brasil Cidades Sustentáveis promoveu o Concurso Acessibilidade para Todos. O objetivo é promover o transporte ativo, superando ou minimizando os problemas de acessibilidade existentes em três perfis de locais da cidade: trechos com alta declividade, com calçadas estreitas ou em estação de integração de transporte coletivo.

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  • Nesta segunda-feira foram anunciadas 12 cidades que irão participar do Acelerador de Eficiência Energética em Construções (BEA, Building Efficiency Accelerator, na sigla em inglês), parceria que faz parte do Energia Sustentável para Todos (SE4All, Sustainable Energy for All), programa das Nações Unidas que visa duplicar a taxa de eficiência energética mundial até 2030.

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  • Oficina realizada em São Paulo mostrou como a mobilidade ativa impacta positivamente a segurança viária nas cidades

    O MobiLab foi criado há dois anos para ser um laboratório de soluções para a mobilidade urbana de São Paulo.

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  • Evento reúne moradores, técnicos da prefeitura e especialistas para debater o projeto de requalificação urbana de São Miguel, em São Paulo

    O desenho urbano pode aproximar ou afastar as pessoas da cidade onde vivem. Ruas desenhadas para comportar velocidades mais baixas tornam o ambiente mais seguro e mais convidativo para que mais gente circule. Em contrapartida, áreas planejadas para os automóveis tendem a criar locais hostis para os pedestres e inibir a sua presença. A qualificação do desenho urbano, portanto, é uma forma de garantir que todos possam circular em segurança no lugar onde moram. É o que São Miguel, em São Paulo, busca com o projeto “São Miguel mais Humana”.

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  • Secretaria Nacional de Habitação lança coleção "Minha Casa +Sustentável"

    Desde que foi lançado, o Programa Minha Casa, Minha Vida já entregou 2,6 milhões de unidades e beneficiou 10,5 milhões de pessoas em todo o país, contribuindo para reduzir o déficit habitacional brasileiro. São sete anos de atuação e, para garantir a qualidade, o Programa precisa buscar e implementar melhorias continuamente.

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  • A Habitat III, Conferência das Nações Unidas para a Habitação e o Desenvolvimento Urbano Sustentável, acontecerá em Quito, no Equador, entre os dias 17 e 20 de outubro. Estarão reunidos governos nacionais, subnacionais e a sociedade civil para criar uma visão de desenvolvimento urbano sustentável, mais igualitária e próspera para os próximos 20 anos – que será consolidada em um documento chamado de Nova Agenda Urbana. 

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  • A cidade do Rio de Janeiro lançou sua Estratégia de Resiliência nesta terça-feira (03/05). O documento de quase cem páginas faz parte de uma parceria com a iniciativa 100 Cidades Resilientes, promovida pela Fundação Rockefeller. A Estratégia estabelece objetivos intermediários entre as metas de curto prazo do Plano Estratégico 2017-2020 e as de longo prazo do programa Visão Rio 500 – do qual já falamos aqui.

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  • As ações que definirão o futuro da humanidade estão ligadas a como as sociedades vão se engajar na busca por meios de vida – nas cidades e fora delas – mais sustentáveis e capazes de enfrentar as mudanças climáticas. O entendimento de que grandes centros urbanos mais compactos, coordenados e conectados contribuem para esse objetivo comum tem crescido, mas a forma de fazer essa transformação ainda é um desafio.

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