• Seminário em São Paulo reuniu representantes de entidades municipais e metropolitanas de diversas partes do país para debater o desenvolvimento urbano integrado

    Alguns serviços urbanos ultrapassam os os limites de um município. Nas regiões metropolitanas, por exemplo, funções públicas de interesse comum - como sistemas de transporte, saneamento e uso do solo - muitas vezes abrangem populações de mais de uma cidade. Hoje, no Brasil, 104,2 milhões de pessoas vivem em 71 regiões metropolitanas.

    Compartilhe

  • A cidade possui um plano até 2050 e busca preparar a sociedade para construir a cidade do futuro

    Milton Keynes, no sudeste da Inglaterra, tem uma visão de futuro para 2050. O plano da cidade até lá é investir em educação e tecnologia para atrair jovens que desejem uma cidade com qualidade de vida e empregos desafiadores. Por meio de uma rede de parcerias com o governo nacional e empresas, a cidade está desenvolvendo um corredor de tecnologia com infraestrutura atrativa para encantar empreendedores. Uma nova universidade, espaços para conferências e a renovação do centro com opções culturais e edifícios modernos também fazem parte dos planos da cidade para 2050.

    Compartilhe

  • Parcerias, tecnologia e uma visão de futuro compartilhada foram elementos-chave para melhorar os serviços da cidade

    Tudo começou com uma ideia sobre como seria possível diminuir o crime, melhorar o uso de energia e o transporte da cidade. Glasgow sabia aonde queria chegar e deu início a um plano para alcançar essa cidade dos sonhos e do futuro. Foi assim que a quarta maior cidade britânica derrotou até Londres e levou o prêmio de £24 milhões para se transformar em uma cidade mais inteligente, com a meta ambiciosa de reduzir 30% do gasto de energia até 2020. 

    Compartilhe

  • Seminário “Mobilidade urbana e a perspectiva das mulheres” aborda as oportunidades para o empoderamento feminino no transporte ativo e coletivo

    A violência, infelizmente, ainda é uma experiência comum para as mulheres no transporte coletivo, seja vivenciando-a diretamente como vítimas ou testemunhando casos de assédio. “O medo nos afasta do transporte coletivo”, afirma Ana Carolina Nunes, do SampaPé. Essa é uma realidade presente no dia a dia de milhares de mulheres, e reverter esse quadro começa por compreender as justificativas equivocadas para os casos de violência no transporte.

    Compartilhe

  • Cerca de 100 pessoas acompanharam o debate sobre os desafios de mobilidade em São Paulo a partir de uma perspectiva de gênero

    As mulheres ocupam apenas 5% dos cargos de CEOs em organizações brasileiras. No Senado e na Câmara dos Deputados, embora se perceba algum crescimento ao longo das últimas décadas, a representatividade feminina ainda é muito pequena se comparada à dos homens.

    Compartilhe

  • Viagem de cinco dias a cidades britânicas promove o conhecimento e a capacitação do quadro técnico de Belo Horizonte, Recife e da Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos

    A partir desta segunda-feira (5), gestores públicos farão parte de uma missão técnica ao Reino Unido para conhecer conceitos e boas práticas de cidades inteligentes. Celio Bouzada, da BHTrans; Eleoterio Codato, do Ministério das Cidades, e João Domingos Azevedo, do Instituto Pelópidas Silveira (Recife), irão visitar Glasgow, Milton Keynes e Londres, cidades com diversas iniciativas que incentivam o compartilhamento e a análise de dados, a interação de serviços e a participação dos cidadãos na construção de uma cidade mais moderna e inteligente.

    Compartilhe

  • Seminário em Brasília reuniu instituições financeiras e técnicos municipais para debater oportunidades de financiamento para projetos DOTS

    Diferentes contextos sociais e econômicos, diferentes localizações geográficas, mas um desafio em comum: financiar projetos que aliem desenvolvimento urbano e mobilidade. Cidades ao redor do mundo veem-se frente à necessidade de construir ambientes urbanos mais compactos e conectados, que estimulem a inovação e a sustentabilidade. Ao mesmo tempo, deparam-se com a dificuldade de obter recursos para financiar esses projetos.

    Compartilhe

  • A última sexta-feira (18) marcou o encerramento da COP 22

    Cerca de um ano atrás, em Paris, o mundo se reuniu em um acordo climático histórico que afirmou o compromisso da comunidade global com a mudança para uma economia de zero carbono. O acordo é sustentado por planos nacionais e objetivos ambiciosos de manter o aumento da temperatura global abaixo de 2°C, preferencialmente abaixo de 1,5°C, atingir a marca de zero emissões na segunda metade do século e ainda promover amplamente a resiliência climática.  

    Compartilhe

  • As negociações da Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 22 terminaram hoje em Marrakech com os países participantes concordando em finalizar até 2018 as regras para a implementação do Acordo de Paris.

    Abaixo, leia o parecer de Paula Caballero, Diretora Global do Programa de Clima do WRI:

    Compartilhe

Pages

Fique Ligado

Newsletter

Inscreva-se para receber a newsletter do WRI Brasil Cidades Sustentáveis.

Increver-se