Janeiro 2018

Exigência de planos de mobilidade urbana e a disponibilização de recursos para sua execução demonstram esforço do governo em incentivar o planejamento sustentável

No final do ano passado, o Ministério das Cidades apresentou os primeiros municípios pré-selecionados para o Avançar Cidades – Mobilidade Urbana. O programa é uma iniciativa do governo federal para impulsionar projetos de infraestrutura de sistemas de transporte coletivo e de transporte não motorizado, além da elaboração de projetos executivos e planos de mobilidade urbana.

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Entrevista com Arturo Ardila-Gomez, economista do Banco Mundial

As cidades brasileiras, em geral, ainda dependem exclusivamente da receita gerada com as tarifas para financiar seus sistemas de transporte coletivo, incluindo operação, manutenção, frota e estrutura. O problema é que, nos melhores casos, esse recurso só é suficiente para cobrir operação, manutenção e custos relacionados à frota, “na maior parte, só os dois primeiros”, avalia o economista do Banco Mundial, Arturo Ardila-Gomez (abaixo, na foto de Victor Moriyama).

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Cinco perguntas para Camila Maleronka, urbanista e pesquisadora do Lincoln Institute of Land Policy

Podemos dizer que a forma urbana é a “cara” que cada cidade tem. A organização dos espaços públicos e construídos é o que determina a forma urbana de uma cidade. Assim, uma cidade poderá ser dispersa – com baixas densidades populacionais, onde predomina o uso do transporte individual, gerando a necessidade de longos deslocamentos –, ou compacta, com densidades equilibradas e diferentes centralidades. Para atingir o segundo modelo, é fundamental o bom gerenciamento do uso e ocupação do solo, articulado ao planejamento dos sistemas de transporte coletivo.

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