Agosto 2016

Nos dias 27 e 28, o WRI Brasil Cidades Sustentáveis organizou a ação (Vida)³ na Praça, parte da programação da Virada Sustentável 2016

As cidades são moldadas pelos usos que fazemos delas. Mais do que uma opção de lazer, ocupar os espaços públicos é um discurso: ao usufruir do que os centros urbanos nos oferecem, exercemos nosso direito à cidade e afirmamos nossa presença e participação. Nesse sentido, levar discussões sobre a cidade para locais públicos facilita a participação cidadã e amplia o entendimento sobre cidades para pessoas. E foi essa a meta do WRI Brasil Cidades Sustentáveis ao levar para São Paulo a ação (Vida)³ na Praça.

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São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo, é claramente um bairro que tem vida. Com um comércio intenso e muita gente circulando nas ruas e no transporte coletivo, está entre os mais populosos da capital paulista, com cerca de 370 mil habitantes. Mas o desenho urbano da região, ao invés de potencializar isso, prioriza os veículos e faz com que as pessoas caminhem por calçadas estreitas e perigosas. São Miguel é cheio de vida, mas tem uma das vias que mais matam em São Paulo – e essa é uma realidade que precisa mudar.  

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Confira alguns destaques da programação do WRI Brasil Cidades Sustentáveis

O WRI Brasil Cidades Sustentáveis acredita que cidades mais seguras e inclusivas são resultado de construção coletiva – e que cada um de nós tem um papel vital para o pleno funcionamento dessa engrenagem. Para propagar essa mensagem, estaremos na Virada Sustentável com duas ações especiais para ocupar o espaço urbano e instigar as pessoas a refletirem sobre sua relação com a cidade.

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Nesta terça-feira (23), ocorreu o segundo dia da oficina O Desenho de Cidades Seguras, em Belo Horizonte. No primeiro dia os participantes trabalharam com conceitos sobre o projeto urbano voltado a priorização do pedestre, ciclistas e transporte coletivo, moderação de tráfego e infraestrutura cicloviária. Nesse segundo encontro, o tema central foi a redução das velocidades. 

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Projetos urbanos pensados décadas atrás podem não se adequar mais ao cenário atual de explosão populacional e do uso crescente de automóveis particulares nas grandes cidades. Diante dessa realidade, muitas áreas urbanas precisarão se redesenhar para garantir a segurança e o bem-estar da população. Nesta segunda-feira (22), a oficina O Desenho de Cidades Seguras, realizada em Belo Horizonte, buscou contribuir para o desenvolvimento dos projetos de mobilidade da cidade e buscar soluções para áreas selecionadas como estudos de caso.

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Beneficiários comemoraram a entrega dos contratos em ato público e passam a acompanhar de perto a execução do projeto

“Pisem forte nessa terra porque agora ela é de vocês”. A frase do técnico social Cléber Nascimento marcou o ato de entrega dos contratos da fase 2 do Projeto Junção, em Rio Grande, que agora entra na etapa de obras. Parte do Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) na modalidade Entidades, o empreendimento beneficiará 1.287 famílias, com renda de até R$ 1.600, que passarão a morar em uma área central da cidade.

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O perfil de uma sociedade é definido pelas transformações nelas ocorrida. Importantes avanços em curso nos últimos anos em tecnologia da informação e comunicação vêm alterando a forma como projetamos soluções para a mobilidade urbana. O uso disseminado do smartphone, por exemplo, fez com que serviços peer to peer e sob demanda emergissem para competir com modelos tradicionais de transporte. Para debater esse tema, o WRI Brasil Cidades Sustentáveis organizou o evento Debates sobre Inovações em Mobilidade Urbana, com o apoio da Embaixada Britânica. 

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Quando se discute as cidades, a questão do transporte é uma das mais lembradas pela população, pois impacta diariamente a vida de todos. A quantidade de veículos circulando nas cidades já ultrapassou a capacidade de seus sistemas viários em muitos lugares. Estratégias de Gestão de Demanda de Viagens (GDV) buscam otimizar esses deslocamentos.

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Nossas cidades precisam encontrar um modelo de desenvolvimento que alcance o equilíbrio entre as demandas do crescimento e da população, sem, no entanto, gerar danos ambientais que inviabilizem a vida no planeta para as gerações futuras.

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