Fevereiro 2016

Contribuições da mobilidade ativa para os objetivos do desenvolvimento sustentável foram o foco da primeira discussão do evento

Em outubro deste ano, Quito, no Equador, recebe a Habitat III – Conferência das Nações Unidas para a Habitação e o Desenvolvimento Urbano Sustentável. Realizado a cada vinte anos, o evento tem o objetivo de assegurar e renovar o comprometimento dos governos com o desenvolvimento sustentável estabelecendo metas e ações, de forma semelhante à Conferência do Clima. Até lá, ainda restam pouco mais de sete meses, e os países preparam-se para o debate.

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“Encontro rumo à conferência Habitat III” debate como as cidades podem agir para qualificar a mobilidade sustentável e desestimular o uso do carro

Nas cidades brasileiras, a mobilidade ainda é um desafio de grandes proporções – para gestores, que precisam implementar políticas de priorização aos modos ativos e sustentáveis, e para a população, que dia a dia enfrenta congestionamentos e a falta de condições adequadas de segurança viária. Dando continuidade à programação do “Encontro rumo à conferência Habitat III”, a mesa “Desafios da cidade motorizada” analisou os impactos nocivos da mobilidade motorizada nas cidades e debateu medidas para desestimular o uso do carro.

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Mobilidade, planejamento urbano, saneamento, energia, saúde e adaptação foram foco do debate de encerramento da II Jornada sobre Cidades e Mudanças Climáticas

Mudanças requerem ações. Quebrar os paradigmas e transformar a maneira como as cidades são construídas e como vivemos nossas vidas dentro delas também. No encerramento da II Jornada sobre Cidades e Mudanças Climáticas, especialistas divididos em seis áreas temáticas protagonizaram um amplo debate sobre a implementação de ações setoriais que podem ajudar a tornar as cidades mais sustentáveis e preparadas para lidar com a crise climática.

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Painel aborda papel deste mecanismo no combate às mudanças do clima

Mensurar a quantidade e a origem das emissões é a base para estruturar um plano de ação efetivo. Não por acaso, a primeira etapa a ser cumprida pelas cidades signatárias do Compacto de Prefeitos é a realização do inventário de gases do efeito estufa – assunto debatido, nesta quinta-feira (25), no segundo dia de atividades da II Jornada sobre Cidades e Mudanças Climáticas.

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A articulação entre as cidades é tema de debate na II Jornada sobre Cidades e Mudanças Climáticas

Exemplos bem-sucedidos de articulação entre as cidades mostram que o trabalho conjunto é a chave para implementar ações efetivas no combate às mudanças climáticas.

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Na II Jornada sobre Cidades e Mudanças Climáticas, especialistas debatem o papel das cidades no contexto pós COP 21

A COP 21 foi um momento histórico para o clima. O documento construído em Paris, que substitui o Protocolo de Kyoto, uniu 196 nações em um objetivo: agir para que o aumento da temperatura média do planeta não ultrapasse 2°C até 2100. É o começo de uma nova era na luta contra as mudanças climáticas, marcada pela presença das cidades.

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Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura de Joinville (Ippuj) visitou escritório do WRI Brasil em Porto Alegre

O Instituto de Pesquisa e Planejamento para o Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura de Joinville (Ippuj), visitou, hoje (22/02), o escritório do WRI Brasil Cidades Sustentáveis. Durante todo o dia, os técnicos do Ippuj puderam discutir sobre projetos e planos em andamento, alinhando suas ideias aos escopos de trabalho do WRI Brasil, que ministrou apresentações sobre alguns de seus principais estudos.

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II Jornada sobre Cidades e Mudanças Climáticas reúne prefeitos, governadores e especialistas nacionais e internacionais em Fortaleza

O Acordo de Paris, firmado durante a COP 21, estabeleceu um marco sem precedentes na história do combate às mudanças no clima. A importância dos governos locais foi oficialmente reconhecida e, pela primeira vez, chegou-se ao consenso global de que as emissões de gases do efeito estufa precisam ser desaceleradas e reduzidas com urgência.

Qual é, agora, a função das cidades?

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A capital cearense é uma das dez cidades do mundo selecionadas para a Iniciativa da Bloomberg para a Segurança Viária Global e está recebendo o apoio do WRI Brasil Cidades Sustentáveis para implementar ações que qualifiquem a segurança nas vias urbanas.

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A Câmara Municipal de Florianópolis aprovou, na segunda-feira, dia 1º de fevereiro, um projeto de lei complementar que determina que todas as edificações comerciais e residenciais com área acima de 200m² construídas no município deverão ter captação de água das chuvas para reuso. O PL nº 1.231/2013, de autoria do vereador Pedro de Assis Silvestre (PP), altera o Código de Obras e Edificações e torna a prática obrigatória.

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Workshop avalia o projeto da Área 40 de São Miguel Paulista e aponta o design urbano e a redução dos limites de velocidade como ferramentas para salvar vidas

Acidentes de trânsito são a principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos e a segunda principal causa de mortes no mundo entre crianças com idade de cinco a 14 anos. Pedestres e ciclistas podem representar até metade dessas mortes, com os idosos sendo os principais atingidos entre os pedestres. O problema é mais do que uma questão global de saúde pública: é algo que está colocando em xeque nosso futuro, o futuro das gerações mais jovens e a segurança e qualidade de vida de todos.

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Priorizar os modos de transporte ativo e sustentável, como a bicicleta, vai além da construção de ciclovias. Infraestrutura adequada para garantir a segurança, sinalização direcionada, tempo para travessia nos cruzamentos, paraciclos e bicicletários, serviços, possibilidade de integração com os demais modos – um amplo conjunto de elementos entra em cena quando se trata de priorizar a bicicleta sobre os carros.

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