Julho 2015

Há tempos os subúrbios sofrem com projetos arquitetônicos que desencorajam exercícios, mas tais erros estão tornando os bairros cada vez mais prejudiciais aos moradores

Todos nós queremos estar em forma, saudáveis e felizes, mas nossas melhores intenções – seja fazer compras, manter a dieta balanceada ou equilibrar a vida pessoal e profissional – podem acabar nos iludindo.Pelo menos um pouco da culpa pode ser colocada naqueles que projetam os espaços das cidades que chamamos de lar. Muitos aspectos da vida nos centros urbanos desencorajam os estilos de vida que podem contribuir para nossa saúde e bem-estar. Sabemos da batalha travada para incentivar a caminhada contra a dependência de veículos, mas esse fator não é o único.

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O site do WRI Brasil está no ar! A plataforma online passa a ser o principal canal de informação sobre as atividades e os projetos do WRI Brasil, cuja operação oficial no país foi iniciada em março de 2014

Para lançar o novo site do WRI Brasil, a Diretora Executiva Rachel Biderman apresenta as perspectivas do escritório no Brasil e as oportunidades da atuação do instituto para lidar com as mudanças climáticas, a proteção das nossas florestas e o desenvolvimento sustentável das nossas cidades, a fim de tornar o mundo um lugar mais sustentável e próspero.

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Na última semana, dia 21 de julho, o WRI Brasil | EMBARQ Brasil visitou a prefeitura de Uberaba (MG) para conhecer melhor a implantação dos projetos de mobilidade urbana que estão sendo viabilizados no município e prestar apoio ao sistema BRT (Bus Rapid Transit) que está em expansão.

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Guia para urbanistas e formuladores de políticas públicas detalha elementos de design com casos de Tóquio, Cidade do México, Rio de Janeiro, Istambul, Nova York, Paris e mais

WASHINGTON (23 de julho, 2015)—O novo relatório “Cities Safer by Design” (Cidades mais seguras através do design, em tradução livre), traz recomendações práticas para ruas e comunidades mais seguras que podem reduzir fatalidades de trânsito e melhorar a vida das pessoas. Mais de 1,3 milhões vão a óbito no trânsito globalmente, tornando essa uma das maiores causas de morte no mundo, especialmente nos países em desenvolvimento.

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O ano de 2012 marcou uma nova etapa para as cidades brasileiras. Foi quando a Política Nacional de Mobilidade Urbana entrou em vigor, reestabelecendo a configuração do trânsito de pessoas no espaço urbano, com o transporte sustentável em primeiro lugar.

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Por Luis Antonio Lindau, diretor-presidente da EMBARQ Brasil

Nenhum problema é solucionado quando as causas são desconhecidas, muito menos o trânsito brasileiro, quarto mais fatal do mundo conforme a Organização Mundial da Saúde. Embora o número de vítimas seja contabilizado, faltam processos claros e eficazes de apuração para identificar o que leva a esta verdadeira epidemia no país.

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A partir desta segunda-feira (20/07), está valendo em São Paulo medida que limita a velocidade a 70 km/h nas Marginais Pinheiros e Tietê, para carros; e 60 km/h para caminhões. O grande objetivo da redução na velocidade máxima permitida é salvar vidas no trânsito. Juntas, somente no ano passado essas vias foram palco de 1.180 acidentes, com 73 mortes por colisões e atropelamentos e 1.399 pessoas feridas.

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Por Luisa Zottis

Cento e noventa nações, um só futuro. A COP 21, Conferência do Clima das Nações Unidas que ocorrerá em dezembro na França, deve selar um acordo universal de ação climática a fim de manter o aquecimento global abaixo dos 2ºC.

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Ex-prefeito de Portland é presença confirmada na Cúpula de Prefeitos e Congresso Internacional Cidades & Transportes no Rio

Sam Adams, ex-prefeito de Portland (EUA) e Diretor da Iniciativa Climática do WRI, acredita que um planejamento estratégico e integrado é o caminho mais eficiente para um futuro sustentável. Foi desse modo que, durante seu mandato de 2009 a 2012, conseguiu implementar o Plano de Ação pelo Clima, alinhado ao plano de desenvolvimento econômico de Portland. Foram definidas metas claras de redução de emissão para cada setor para que se atinja o grande objetivo de reduzir em 80% a emissão de gases de efeito estufa até 2050.

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Por Priscila Pacheco

As cidades ocupam 2% do território mundial, mas são responsáveis por 70% das emissões de poluentes em todo o mundo. São também elas, as cidades, que devem abrigar 2,5 bilhões de pessoas a mais até 2050. Diante disso, garantir que os espaços urbanos em crescimento sejam economicamente vibrantes e ambientalmente sustentáveis requer uma nova perspectiva de desenvolvimento.

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O BRTdata, banco de dados global atualizado mensalmente, oferece acesso a dados, fotos e mapas de corredores de sistemas BRT e de prioridade ao ônibus de todas as partes do mundo. Os números mais recentes da plataforma foram lançados hoje e mostram que que esses sistemas continuam a se fortalecer, na medida em que um número crescente de cidades passa a investir no modal, oferecendo à população uma opção de transporte coletivo com mais qualidade.

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Secretários de meio ambiente estarão lado a lado no Rio de Janeiro

Enchentes, desmoronamentos, secas, ondas de calor. Consequências das mudanças climáticas, os eventos extremos afetam comunidades inteiras e são cada vez mais recorrentes. Embora presumam medidas abrangentes de mitigação, contam com grandes aliadas locais: as cidades. Cada vez mais, gestores urbanos têm um papel crucial para frear esta realidade, já que, globalmente, cidades são responsáveis por 70% das emissões de carbono. As decisões tomadas hoje nas áreas urbanas vão impactar o futuro desta e próximas gerações.

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Última parada da Missão Brasil | Reino Unido foi no BHLS da cidade

Em quatro anos de operação, o Busway atraiu uma média de 800 mil novos usuários por ano no Condado de Cambridge. Atualmente, o já renomado sistema BHLS (Bus with High Level of Service) transporta 3,6 milhões de pessoas por ano entre Cambridge, St Ives e Huntingdon. Os números são considerados um sucesso para a realidade local, que está cada vez menos dependente do veículo privado, uma vez que o sistema de transporte coletivo por ônibus rápidos e de alta qualidade vem se tornando mais atrativo em relação ao automóvel.

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Atividade fez parte da programção da Missão Cidades Sustentáveis Brasil | Reino Unido

A segunda rodada do workshop na Future Cities Catapult, nesta quinta-feira (2), foi dedicada aos desafios das cidades brasileiras participantes da Missão Cidades Sustentáveis Brasil | Reino Unido, que encerra nesta sexta-feira (3), no Velho Continente.

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Durante a semana, os representantes do Ministério das Cidades, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Florianópolis, que participam da Missão Cidades Sustentáveis no Reino Unido, conheceram os atuais sistemas e os órgãos gestores do transporte em Londres. Já nesta quinta-feira (2), o grupo teve a oportunidade de fazer uma imersão no futuro da mobilidade britânica. A equipe do Future Cities Catapult (FCC) recebeu a delegação brasileira no Centro de Inovação Urbana para um workshop de troca de experiências.

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Terceiro dia da Missão Cidades Sustentáveis no Reino Unido

A capacidade de reunir e mensurar dados vai transformar o ambiente urbano como o conhecemos hoje. Na visita a Transport Systems Catapult (TSC), os delegados da Missão Brasil | Reino Unido puderam conhecer de perto alguns projetos de mobilidade que reúnem tecnologia, ciência e impacto real em cidades do Reino Unido. Alessandro Saraceni, Gerente de Programação da TSC, recebeu o grupo, na manhã desta quarta-feira (01), na moderna sede da organização, em Milton Keynes, cidade localizada a 88 km de Londres.

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Por Luísa Zottis e Magdala Arioli

As mudanças climáticas deixaram de ser objeto científico e passam cada vez mais a entrar nos noticiários e rodas de conversa pelo mundo. Nas duas últimas semanas, pelo menos 1,2 bilhão de católicos, além de pessoas de todas as crenças pelo mundo, ouviram sobre a Encíclica ambiental lançada pelo Papa Francisco em apelo ao desenvolvimento de baixo carbono.

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Atualmente os níveis de emissões em transportes preocupam não apenas as cidades brasileiras, mas o mundo. No Reino Unido não poderia ser diferente, uma vez que o setor é responsável por 63% das emissões de poluentes na capital britânica. Quem destacou o dado foi Simon Roberts, Assessor de Políticas Públicas da Transport for London (TfL), em sua apresentação aos representantes das cidades brasileiras na Missão Cidades Sustentáveis, na manhã desta terça-feira (30), no Urban Innovation Centre, em Clerkenwell, Londres.

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