• Abrir dados públicos é capacitar os cidadãos a participar ativamente da construção de cidades melhores, permitindo a busca por soluções para todos os tipos de problemas. A maneira com que as cidades irão superar suas falhas, a partir da participação dos cidadãos, é o que fará delas cidades inteligentes. Governos abertos podem especialmente se beneficiar com a contribuição do público para fazer bom uso da quantidade de dados que coletam. Além disso, a transparência é um exercício importante de combate à corrupção. 

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  • Manutenção da iniciativa é oportunidade para gestores urbanos adotarem melhores critérios de implementação dos projetos habitacionais

    No último mês, o governo federal anunciou algumas novidades no Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), com mudanças nas metas de construção e nas faixas de renda dos beneficiários. As mudanças indicam a continuidade do programa habitacional, criado originalmente para atenuar o déficit habitacional brasileiro, que atinge majoritariamente a população de baixa renda. Estão previstas 170 mil novas Unidades Habitacionais (UHs) para as famílias que se enquadram na Faixa 1, com renda mensal de até  R$ 1.800.

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  • Brasília sediará a Sexta Reunião do Comitê de Negociação do Acordo Regional sobre o Acesso à Informação, à Participação Pública e o Acesso à Justiça em Assuntos Ambientais na América Latina e Caribe, grupo que assumiu o compromisso de construir um acordo para a aplicação do Princípio 10 da

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  • Texto escrito por C. Forbes Tompkins, Kelly Levin e Noah Kaufman, publicado originalmente no site do WRI

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  • A interação entre veículos, bicicletas e pedestres nas vias geram conflitos que podem resultar em acidentes. Se para adultos as condições são perigosas, para as crianças representam riscos ainda maiores. Como ainda não têm maturidade para entender completamente a dinâmica das ruas, os pequenos ficam mais vulneráveis a acidentes quando o ambiente não é projetado pensando em protege-los.

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  • O Brasil atualmente é um país que acompanha e participa ativamente de diversos acordos internacionais que tentam direcionar o planeta para um futuro mais sustentável. Uma das prioridades desses compromissos é o enfrentamento às mudanças climáticas e a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Para isso, saber a origem e mensurar a quantidade de emissões é fundamental para a tomada de decisões. Trabalhar de modo integrado e com estratégia também.

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  • A Rio-92, Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), realizada no Rio de Janeiro em 1992, marcou o momento em que a comunidade política internacional assumiu o compromisso de conciliar o desenvolvimento socioeconômico com as questões ambientais. Também conhecido como Cúpula da Terra, ou Eco-92, o encontro teve como resultado a aprovação da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, na qual foram proclamados 27 Princípios.

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  • Atualmente, 190 países já ratificaram o Acordo de Paris, número que representa 98.9% das emissões globais de gases de efeito estufa, conforme dados do WRI CAIT. Isso significa que todos eles já apresentaram suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), documento que comunica internacionalmente as medidas que cada país tomará para lidar com as mudanças climáticas e como se direcionará para um futuro de baixo carbono.

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  • As cidades que constituem Regiões Metropolitanas (RMs) formam áreas conurbadas, que mesclam além da paisagem: serviços se estendem para além dos limites municipais, populações circulam diariamente entre as divisas dos municípios, desafios muitas vezes comuns enfrentados por gestões diferentes. Sem planejamento, essas áreas tendem a impulsionar o espraiamento urbano, que gera a necessidade de longos deslocamentos para acessar serviços e oportunidades normalmente concentrados nos centros.

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  • Está lá, registrado no Estatuto das Cidades: "a garantia do direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações". Sejam elas parte das presentes ou das futuras gerações, as crianças também têm o direito garantido pela Constituição de usufruir dos meios urbanos.

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