• Planejamento da capital baiana mira orientar diretrizes para os próximos 32 anos

    Uma cidade que busca a melhor qualidade de vida dos habitantes e que tem à frente um Plano de Mobilidade Urbana para construir precisa estabelecer um ponto de partida. Com três milhões de habitantes, Salvador escolheu como premissa ouvir a população para estabelecer quais são os problemas a serem priorizados nos próximos anos. 

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  • Projeto estimula harmonia entre usuários a partir do desenho urbano, com foco na segurança dos pedestres

    A Rua Joel Carlos Borges, no Brooklin, passou, ao longo da semana, por uma requalificação para oferecer melhores condições de segurança e acessibilidade às milhares de pessoas que circulam por ali todos os dias. A Rua Joel é utilizada por muitos pedestres, pois dá acesso à estação Berrini, na zona sul da cidade: no horário de pico da manhã, entre 7h e 8h, transitam cerca de 1800 pessoas a pé e apenas 67 veículos. As alterações no desenho da rua fizeram com que ela se tornasse mais adequada à circulação dos pedestres.

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  • Seminário em São Paulo debateu os benefícios da mobilidade ativa para o comércio e a economia das cidades

    As cidades, a economia e a mobilidade urbana estão em transformação na América Latina, e à frente dessa mudança está a mobilidade ativa. Investir em infraestrutura para os meios de transporte ativo (bicicleta e caminhada) pode gerar empregos, estimular o comércio e gerar economias substanciais para as cidades.

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  • Durante o final de semana, áreas foram requalificadas para mostrar aos cidadãos uma cidade mais voltada para as pessoas e menos ao tráfego de veículos

    O último final de semana foi marcado por intervenções temporárias que levaram a Fortaleza e São Paulo uma mensagem de como os espaços públicos podem ser requalificados a partir de iniciativas de baixo investimento e grandes resultados para refletir sobre a segurança e a experiência dos pedestres pela cidade. 

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  • Discussões sobre possíveis transformações na Rua João Alfredo podem contribuir para organizar e valorizar o bairro, com impacto para os moradores e frequentadores da vida noturna da região

    A Rua João Alfredo, no boêmio bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, tem duas faces. Durante o dia, a vida dos moradores se revela no trânsito de pais e filhos a caminho das quatro escolas de seu entorno, na oferta de serviços e de comércio que vai do conserto de bicicletas a ferragens e cabeleireiros. À noite, surge a intensa circulação de pessoas em busca de diversão nos bares e casas noturnas concentrados em dois quarteirões considerados um dos epicentros da noite porto-alegrense. 

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  • Novo estudo do WRI apresenta soluções para ajudar centros urbanos em desenvolvimento no sul global a cumprir suas metas climáticas e garantir o acesso à energia

    Um novo estudo do WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis mostra que milhões de habitantes em algumas das cidades que mais crescem no mundo não têm acesso a fontes de energia limpa e confiável – e esse desafio só aumenta com o tempo.

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  • Na série "Conheça o especialista", apresentamos os profissionais do WRI Brasil. Nesta primeira entrevista, conheça a Diretora de Mobilidade Urbana, Brenda Medeiros

    Em 2008, o WRI Brasil, que na época ainda trabalhava apenas com projetos de mobilidade urbana, contratou uma de suas primeiras estagiárias: Brenda Medeiros. Hoje diretora de Mobilidade Urbana, Brenda trabalha com foco na promoção e operação de sistemas de transporte coletivo de alta qualidade.

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  • São Paulo trabalha na estratégia de financiamento para o projeto que requalificará a Rua Joel Carlos Borges

    A Estação Berrini fica no encontro da Avenida Nações Unidas com a Rua Joel Carlos Borges: uma rua pequena, de apenas uma quadra, mas predominada pelo fluxo de pedestres. Essa foi a rua escolhida por São Paulo para receber um projeto de requalificação urbana que oferecerá melhores condições de segurança e acessibilidade para os milhares de pessoas que circulam por ali todos os dias.

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  • WRI Brasil apoia cidades na busca por soluções de financiamento para o investimento inicial mais alto das tecnologias menos poluentes

    Diante da necessidade de reduzir emissões de gases do efeito estufa (GEE) para cumprir os compromissos climáticos assumidos, o Brasil começa a buscar soluções de transporte de baixo carbono capazes de iniciar um processo de transição dos onipresentes ônibus a diesel para tecnologias menos poluentes. Há um consenso sobre os benefícios de longo prazo, como a melhora na qualidade do ar, a redução das emissões diretas e até mesmo nos custos de operação, como mostra o caso de Londres.

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  • WRI Brasil propõe a criação do Grupo de Benchmarking Qualiônibus, formado por municípios brasileiros para estimular a troca de experiências e o aprimoramento do serviço pelo país
    Diante da constante queda no número de passageiros do transporte coletivo brasileiro, cresce a necessidade de melhorar o serviço para torná-lo mais competitivo frente a outras alternativas de transporte e evitar a migração para outros modais. Está na qualidade a oportunidade de mostrar ao cidadão as vantagens do serviço público, melhor alternativa para o ambiente e a sustentabilidade urbana. De forma independente, diversas cidades brasileiras trabalham nesse sentido, por meio de avaliações periódicas e constante monitoramento de seus sistemas.

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