• As mudanças climáticas estão acelerando a intensidade e a frequência de eventos climáticos extremos ao redor do mundo, aumentando o risco para a população e para a economia. Nesse contexto, estratégias de adaptação se fazem necessárias e a presença de um bom modelo de governança urbana pode dar sustentação a uma gestão mais resiliente, em que não apenas a cidade, mas também a população contribuem para o enfrentamento de imprevistos e choques.

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  • Aprendizados de segurança viária encerram a missão técnica na Cidade do México

    Foi em um ensolarado Dia Mundial Sem Carro que os vencedores dos concursos Acessibilidade para Todos e São Paulo Áreas 40 despediram-se da Cidade do México – mas não sem uma última rodada de aprendizados com especialistas locais.

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  • No segundo dia de visitas técnicas, vencedores aprofundam conhecimentos sobre espaços acessíveis e desenvolvimento urbano

    A acessibilidade não é um privilégio que beneficia apenas pessoas com restrições de mobilidade. Ao contrário: princípios básicos de acessibilidade, como calçadas planas e amplas, aumentam o conforto, a segurança e a eficiência dos espaços urbanos, impactando positivamente os deslocamentos de todos. Somado ao fato de que se trata de um direito fundamental das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, esse entendimento é o primeiro passo para compreender o papel desempenhado pelo desenho urbano acessível.

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  • Durante três dias, o grupo terá a oportunidade de aprofundar conhecimentos em desenvolvimento urbano e segurança viária com especialistas locais

    Os concursos Acessibilidade para Todos e São Paulo Áreas 40, promovidos pelo WRI Brasil Cidades Sustentáveis, premiaram as melhores ideias de requalificação de espaços, equipamentos e sistemas de mobilidade urbana com foco na promoção da mobilidade a pé e de bicicleta.

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  • Ocorreu hoje (16) a reunião do Conselho Consultivo do IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS), organizado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP). O EMDS, um dos maiores eventos de sustentabilidade urbana do país, aborda assuntos de interesse público para os municípios brasileiros. Na próxima edição, o encontro terá a temática “Reinventar o financiamento e a governança das cidades”.

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  • A mobilidade urbana é um dos desafios históricos de São Paulo. A sétima cidade mais populosa do mundo sofre as consequências do desenvolvimento voltado para os carros e da falta de uma rede de transporte público integrada e de qualidade capaz de mudar o comportamento de seus moradores.

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  • Encontro “Projetos Urbano Multifuncionais” elaborou e discutiu propostas para a Região Metropolitana do Rio

    Em dezembro de 2014, a sanção do Estatuto da Metrópole estabeleceu a chamada governança interfederativa: cidades e estados devem compartilhar responsabilidades no planejamento e na execução de ações para o cumprimento de funções públicas de interesse comum. Na prática, o Estatuto estipulou aos municípios que integram regiões metropolitanas o prazo de três anos para desenvolverem Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado (PNDI).

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  • Nos dias 27 e 28, o WRI Brasil Cidades Sustentáveis organizou a ação (Vida)³ na Praça, parte da programação da Virada Sustentável 2016

    As cidades são moldadas pelos usos que fazemos delas. Mais do que uma opção de lazer, ocupar os espaços públicos é um discurso: ao usufruir do que os centros urbanos nos oferecem, exercemos nosso direito à cidade e afirmamos nossa presença e participação. Nesse sentido, levar discussões sobre a cidade para locais públicos facilita a participação cidadã e amplia o entendimento sobre cidades para pessoas. E foi essa a meta do WRI Brasil Cidades Sustentáveis ao levar para São Paulo a ação (Vida)³ na Praça.

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  • São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo, é claramente um bairro que tem vida. Com um comércio intenso e muita gente circulando nas ruas e no transporte coletivo, está entre os mais populosos da capital paulista, com cerca de 370 mil habitantes. Mas o desenho urbano da região, ao invés de potencializar isso, prioriza os veículos e faz com que as pessoas caminhem por calçadas estreitas e perigosas. São Miguel é cheio de vida, mas tem uma das vias que mais matam em São Paulo – e essa é uma realidade que precisa mudar.  

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