• Britânicos dão exemplo de responsabilidade na busca pela melhoria da qualidade de vida da população

    Por muito tempo, o Parlamento Britânico tentou segurar o poder em Londres. As prefeituras não tinham força e dependiam do governo nacional. Em 2010, começou um movimento de descentralização do poder central com a união de cidades em busca de mais protagonismo na tomada de decisão. Um bom exemplo dessa disputa foi Manchester, que atualmente lidera um grupo de oito cidades vizinhas que decidiram trabalhar juntas em um modelo parecido ao de uma região metropolitana.

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  • Workshop em Fortaleza (CE) reuniu secretarias para estimular as conversas e a integração no processo de planejamento cicloviário

    A bicicleta como meio de deslocamento é uma realidade cada vez mais presente nas cidades brasileiras. No entanto, a infraestrutura cicloviária ainda precisa de atenção para que as pessoas considerem o uso da bicicleta em sua escolha modal. Integrar todos os atores do processo é uma forma de encontrar um projeto mais seguro e eficiente.

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  • A experiência do Reino Unido no desenvolvimento de Parcerias Público-Privadas traz lições valiosas para países que precisam desenvolver sua infraestrutura

    A abordagem de cada país para investir em infraestrutura e estabelecer Parcerias Público-Privadas (PPPs) tem que ser desenvolvida de acordo com o objetivo do governo e com recursos do setor privado e público disponíveis. Mas o sucesso e os percalços desse caminho podem ser compartilhados pelo Reino Unido. Desde a década de 90, os países desenvolvem modelos de investimento com custos compartilhados entre o setor público e o setor privado. “Três quartos das PPPs estão sendo acessadas pelas cidades”, afirma Javier Encinas, diretor de projetos da unidade internacional da Infrastructure UK.

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  • Seminário em São Paulo reuniu representantes de entidades municipais e metropolitanas de diversas partes do país para debater o desenvolvimento urbano integrado

    Alguns serviços urbanos ultrapassam os os limites de um município. Nas regiões metropolitanas, por exemplo, funções públicas de interesse comum - como sistemas de transporte, saneamento e uso do solo - muitas vezes abrangem populações de mais de uma cidade. Hoje, no Brasil, 104,2 milhões de pessoas vivem em 71 regiões metropolitanas.

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  • A cidade possui um plano até 2050 e busca preparar a sociedade para construir a cidade do futuro

    Milton Keynes, no sudeste da Inglaterra, tem uma visão de futuro para 2050. O plano da cidade até lá é investir em educação e tecnologia para atrair jovens que desejem uma cidade com qualidade de vida e empregos desafiadores. Por meio de uma rede de parcerias com o governo nacional e empresas, a cidade está desenvolvendo um corredor de tecnologia com infraestrutura atrativa para encantar empreendedores. Uma nova universidade, espaços para conferências e a renovação do centro com opções culturais e edifícios modernos também fazem parte dos planos da cidade para 2050.

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  • Não é tão corriqueiro pensar a agricultura familiar de forma vinculada ao transporte urbano. Porém, um projeto que fez essa conexão venceu o Prêmio Mayors Challenge América Latina 2016, organizado pela entidade Bloomberg Philanthropies. Entre 290 finalistas, a gestão do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, foi a vencedora. 

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  • Parcerias, tecnologia e uma visão de futuro compartilhada foram elementos-chave para melhorar os serviços da cidade

    Tudo começou com uma ideia sobre como seria possível diminuir o crime, melhorar o uso de energia e o transporte da cidade. Glasgow sabia aonde queria chegar e deu início a um plano para alcançar essa cidade dos sonhos e do futuro. Foi assim que a quarta maior cidade britânica derrotou até Londres e levou o prêmio de £24 milhões para se transformar em uma cidade mais inteligente, com a meta ambiciosa de reduzir 30% do gasto de energia até 2020. 

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  • Seminário “Mobilidade urbana e a perspectiva das mulheres” aborda as oportunidades para o empoderamento feminino no transporte ativo e coletivo

    A violência, infelizmente, ainda é uma experiência comum para as mulheres no transporte coletivo, seja vivenciando-a diretamente como vítimas ou testemunhando casos de assédio. “O medo nos afasta do transporte coletivo”, afirma Ana Carolina Nunes, do SampaPé. Essa é uma realidade presente no dia a dia de milhares de mulheres, e reverter esse quadro começa por compreender as justificativas equivocadas para os casos de violência no transporte.

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  • Cerca de 100 pessoas acompanharam o debate sobre os desafios de mobilidade em São Paulo a partir de uma perspectiva de gênero

    As mulheres ocupam apenas 5% dos cargos de CEOs em organizações brasileiras. No Senado e na Câmara dos Deputados, embora se perceba algum crescimento ao longo das últimas décadas, a representatividade feminina ainda é muito pequena se comparada à dos homens.

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  • Viagem de cinco dias a cidades britânicas promove o conhecimento e a capacitação do quadro técnico de Belo Horizonte, Recife e da Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos

    A partir desta segunda-feira (5), gestores públicos farão parte de uma missão técnica ao Reino Unido para conhecer conceitos e boas práticas de cidades inteligentes. Celio Bouzada, da BHTrans; Eleoterio Codato, do Ministério das Cidades, e João Domingos Azevedo, do Instituto Pelópidas Silveira (Recife), irão visitar Glasgow, Milton Keynes e Londres, cidades com diversas iniciativas que incentivam o compartilhamento e a análise de dados, a interação de serviços e a participação dos cidadãos na construção de uma cidade mais moderna e inteligente.

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