• Veja o conjunto de alternativas disponíveis para que os municípios não fiquem dependentes apenas da tarifa para o funcionamento do transporte coletivo

    O transporte é um dos pontos essenciais para a eficiência urbana. Cerca de 17 milhões de brasileiros das Regiões Metropolitanas levaram 114 minutos em média nos seus deslocamentos diários de casa ao trabalho em 2012, o que equivale a um custo de produção sacrificada de R$ 111 bilhões, de acordo com estudo da Federação da Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Sem contar o gasto energético e as emissões de gases de efeito estufa.

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  • Documento sugere conjunto de medidas de âmbito municipal e federal para fomentar o transporte a pé e de bicicleta

    É muito comum que as vias urbanas brasileiras sejam projetadas para a circulação de automóveis. Esse desenho das cidades pode levar ao engano, mas os dados esclarecem: a maioria dos brasileiros se desloca de ônibus ou a pé. Os espaços urbanos podem até ser dominados por carros e motos, mas eles não fazem parte da realidade do dia a dia de 69% da população. 
     

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  • Elas são projetadas para permitir acessos seguros a pedestres, ciclistas, motoristas e usuários do transporte coletivo de forma democrática

    As vias urbanas são parte vital das cidades e proporcionam a oportunidade de convivência entre todos que nela passam. Todas as pessoas, independentemente da idade, habilidade e renda devem ter acesso seguro, confortável e conveniente aos seus destinos, seja caminhando, dirigindo, pedalando ou utilizando o transporte coletivo. Mas a maioria das vias são projetadas apenas para a conveniência dos carros, transmitindo a informação para os motoristas de que o espaço é exclusivamente para eles.

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  • Inserido na programação do IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS), o Ciclo de Minicursos TUMI foi realizado nos dias 24 a 26 de abril em Brasília-DF

    A Iniciativa Transformadora de Mobilidade Urbana (TUMI) tem como objetivo apoiar os esforços de cidades de países em desenvolvimento em atividades relacionadas à mobilidade sustentável na transição para a economia de baixo carbono.

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  • No IV EMDS, especialistas debatem como as cidades podem investir na mobilidade sustentável a partir de soluções simples

    Mudar a lógica da distribuição dos espaços públicos é um grande desafio para a mobilidade urbana das cidades brasileiras: é preciso enfrentar discordâncias, educar a população sobre o impacto de cada medida e, claro, vontade política para transformar ideias em realidade.

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  • Sala Desafios da Mobilidade discute como os planos de mobilidade com participação social podem contribuir para garantir mais segurança e saúde

    A implementação da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU) impôs às cidades a obrigação de desenvolver planos de mobilidade urbana sustentáveis, que priorizem os deslocamentos a pé e de bicicleta e o uso do transporte coletivo.

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  • Participantes dos minicursos relatam seus aprendizados durante o IV EMDS

    Durante o IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS), o WRI Brasil e o Ministério Federal de Cooperação Econômica e Desenvolvimento da Alemanha, a GIZ, realizaram em Brasília o Ciclo de Minicursos TUMI, como parte da programação do evento.

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  • Mesa realizada no IV EMDS, com participação de Ani Dasgupta, debateu formas de financiamento e implementação do acordo selado na Habitat III

    No ano passado, Quito, no Equador, recebeu representantes do mundo todo que se comprometeram a buscar um modelo mais sustentável de cidade nas próximas duas décadas — visão registrada na Nova Agenda Urbana (NAU). A Habitat III, Conferência da ONU para a Habitação e o Desenvolvimento Urbano Sustentável, ficou marcada pela assinatura desse documento que representa um consenso entre líderes globais, prefeitos, acadêmicos e ativistas.

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  • Debate na sala Desafios de Mobilidade enfatizou a importância da mobilidade ativa como agente de transformação e a necessidade de integração entre todos os modos

    Investir em infraestruturas que estimulem a mobilidade ativa é investir na transformação das cidades. E a palavra de ordem para isso é “integração”. Construir redes de transporte integradas, nas quais todos os diferentes modos de transporte estejam conectados e tornem os deslocamentos mais eficientes, é a mudança essencial de que as cidades e as pessoas precisam hoje.

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  • Abertura da sala temática Desafios da Mobilidade Urbana discutiu formas de qualificar e financiar o transporte coletivo no Brasil

    O número de pessoas que utilizam o transporte coletivo no Brasil vem caindo significativamente nos últimos anos. Especialistas destacam a complexidade desse fenômeno, que não encontra explicações simples. Cada cidade tem as suas individualidades, por isso é praticamente impossível que apenas uma solução sirva para todas.

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