• Nova publicação do WRI Brasil apresenta sete estratégias que incentivam hábitos mais sustentáveis nos deslocamentos ao trabalho ou estudo

    Existem diferentes opções de transporte que podem levar as pessoas diariamente aos seus locais de trabalho ou estudo. No entanto, a cultura carrocêntrica difundida na maior parte das cidades brasileiras faz com que milhões de pessoas optem pelo transporte motorizado individual. Em paralelo a isso, os métodos colocados em prática para tratar os habituais congestionamentos não estão contribuindo para a solução dos problemas, apenas perpetuando erros e levando as cidades a um cenário insustentável.

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  • Municípios brasileiros devem aproveitar o momento e levar para o Brasil acordos para a promoção de políticas públicas de enfrentamento às mudanças climáticas
    Este artigo foi escrito por Daniely Votto, gerente de Governaça Urbana do WRI Brasil. 
     

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  • Na terceira entrevista da série, conheça a coordenadora de Mobilidade Ativa do WRI Brasil

    Hoje coordenadora da área de Mobilidade Ativa do WRI Brasil, Paula deu início à sua trajetória na organização há mais de oito anos, como estagiária de transportes.

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  • Entrevistamos Cristina Van Valkenburgh, gerente dos programas de mobilidade no Departamento de Transporte de Seattle (SDOT)

    Nenhuma política isolada terá capacidade de transformar a mobilidade de uma grande cidade. As melhores práticas mostram que é necessário um olhar integrado para o transporte, o uso do solo, o zoneamento e demais ferramentas de planejamento. É preciso ter uma visão de sucesso e persegui-la, com ajuda das pessoas e do setor corporativo. Esses são alguns pontos-chave para o sucesso de Seattle, onde Cristina Van Valkenburgh atua como gerente dos programas de mobilidade no Departamento de Transporte de Seattle (SDOT).

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  • Em entrevista, Laura Ballesteros, subsecretária de Planejamento na Secretaria de Mobilidade do Governo da capital mexicana, explica como a cidade está tentando mudar os hábitos de deslocamento da população

    Ainda precisa mudar em muitas cidades a ideia de que a melhoria da mobilidade urbana passa necessariamente pela ampliação da infraestrutura. Políticas de Gestão da Demanda de Viagens (GDV) tem papel importante para otimizar o uso do espaço viário e incentivar a mobilidade sustentável. Assunto ainda delicado para o poder público, ainda precisa avançar nas cidades brasileiras.

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  • Plataforma permite a visualização de dados que contribuem para transformar os compromissos climáticos em ações práticas

    Os países que neste momento estão em Bonn (Alemanha) para a COP 23 confrontam uma série de questões que giram em torno de uma pergunta essencial: como reduzir as emissões de gases do efeito estufa (GEE) agora – e rapidamente – para minimizar os impactos mais severos das mudanças climáticas?

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  • Equipe do WRI Brasil apresentou boas práticas a técnicos da prefeitura de São Paulo que trabalharão na qualificação do corredor Campo Limpo

    Se colocar no lugar das pessoas na hora de projetar. Esse princípio básico precisa ser sempre reforçado para que novas infraestruturas saiam do papel com a qualidade suficiente para garantir acessibilidade e segurança para as pessoas. Isso salva vidas. Nesta terça-feira (7), o WRI Brasil realizou um workshop com técnicos da prefeitura de São Paulo responsáveis pela qualificação do corredor de ônibus Campo Limpo, que liga a zona sul ao centro da capital paulista.

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  • Adriana Salgueiro explica como os erros de projeto implicam em atrasos e demora na conclusão de obras públicas

    No final de 2016, o Ministério das Cidades lançou a coleção Cadernos Técnicos para Projetos de Mobilidade Urbana, com o objetivo de apoiar as prefeituras no desenvolvimento de projetos de maior qualidade, devidamente alinhados aos princípios, objetivos e diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana.

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  • Atualmente, que estímulo teria um operador para aprimorar a produtividade, a pontualidade e a regularidade de suas linhas?

    Artigo escrito por Luis Antonio Lindau e publicado originalmente na Revista NTU Urbano

     

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  • Lista de princípios ajuda a guiar tomadores de decisão e a população na transição para os novos serviços de mobilidade

    O ritmo da inovação tecnológica do setor privado em serviços de transporte compartilhado, veículos e redes é acelerado e cheio de oportunidades, bem como riscos. A chegada iminente dos veículos autônomos, por exemplo, terá um impacto profundo nos meios de subsistência, no congestionamento e no uso do solo urbano. Ao mesmo tempo, as ruas da cidade são um recurso finito e escasso.

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