• Sala temática do IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável debate a cidadania nas decisões políticas

    Não é possível afirmar que a rápida urbanização vivenciada nas últimas décadas foi um processo saudável para as cidades. Em realidade, muito foi construído sem planejamento, mas com o objetivo de acomodar o número crescente de pessoas. Esse processo desordenado acabou deixando alguns direitos dos cidadãos em segundo plano. Hoje, o foco das discussões e planos globais se volta para um deles: o direito à cidade.

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  • Os documentos reúnem conceitos, normas técnicas, orientações e boas práticas para qualificar a mobilidade ativa no Brasil

    Há dois anos, Paula Santos, coordenadora de mobilidade urbana e acessibilidade do WRI Brasil, publicava no TheCityFix Brasil um dos conteúdos de maior sucesso na história do blog: os 8 princípios da calçada.

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  • Painel realizado no IV EMDS debateu o uso de instrumentos urbanísticos como solução para escassez de recursos dos municípios

    Estariam as cidades brasileiras deixando de aproveitar uma montanha de recursos? Diante das constantes reivindicações por mais verbas do governo federal e de outras fontes, parece difícil de acreditar. Mas essa foi a tese exposta pelos painelistas que abriram a sala temática Estratégias Para Otimizar as Receitas Municipais, organizada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) nesta segunda-feira (24) no IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS).

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  • Cerimônia de abertura da série de cursos marcou o lançamento da Iniciativa Transformadora da Mobilidade Urbana (TUMI) no Brasil

    Na África, na Ásia e na América Latina, cidades em desenvolvimento buscam soluções para qualificar os sistemas de transporte e a mobilidade urbana como um todo. Desse desafio, nasceu a Iniciativa Transformadora da Mobilidade Urbana (TUMI). Lançada no ano passado durante a Habitat III, em Quito, a inciativa chega agora ao Brasil com o objetivo de apoiar os esforços de cidades de países em desenvolvimento em atividades relacionadas à mobilidade sustentável na transição para a economia de baixo carbono.

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  • Mobilidade nas escolas, zonas de baixa velocidade e acessibilidade no transporte coletivo são três frentes em que as cidades podem agir para incentivar o transporte ativo

    A possibilidade de ir a pé ou de bicicleta de uma dada origem a um dado destino infere uma série de atributos sobre a cidade: conectividade, acessibilidade, segurança, prioridade aos pedestres. Além de contribuir para a saúde, já que se trata de uma atividade física, o transporte ativo ajuda a tornar as cidades mais humanas e equitativas, uma vez que as pessoas deixam de depender de um carro para todos os seus deslocamentos diários.

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  • Em momento oportuno, após a posse de novas gestões municipais em todo o país, Brasília recebe o IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável. Entre os dias 24 e 28 de abril, centenas de gestões municipais debatem os caminhos do desenvolvimento sustentável à luz da temática “reinventar o financiamento e a governança das cidades”.

    O WRI Brasil participou do evento ao longo de toda a semana com uma programação abrangente, incluindo treinamentos, cursos e mesas de debate. Confira abaixo a nossa cobertura:

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  • A pergunta do título desta reportagem não pode ser respondida de forma simples: não há solução única para um problema que afeta diferentes cidades, cada uma com uma intensidade e um diagnóstico. A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) estimou, no ano passado, uma queda de cerca de três milhões de passageiros por dia. O desafio não é exclusividade do Brasil.

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  • A imprecisão para determinar onde e como os impactos das mudanças climáticas ocorrerão deve ser usada como estímulo para a tomada de ação

    Este post foi escrito por Stefanie Tye e Juan-Carlos Altamirano e publicado originalmente no WRI Insights e no WRI Brasil.

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  • A mudança do clima é complexa, mas compreender a incerteza prepara-nos para enfrentar o desconhecido

    Este artigo foi escrito por Stefanie Tye e Juan-Carlos Altamirano e publicado originalmente no WRI Insights e no WRI Brasil.

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  • Do aumento da malha cicloviária à implantação de área de trânsito calmo, capital do Ceará investe na segurança viária e busca melhorar a qualidade de vida das pessoas

    Pode parecer audacioso, mas Fortaleza tem o objetivo de se tornar a cidade mais ciclável do Brasil. Nesse caminho, a mobilidade da capital do Ceará passa por mudanças que beneficiam tanto os moradores quanto os turistas que, além das belas paisagens, agora podem encontrar ciclovias, ciclorrotas e um sistema mais integrado de transporte coletivo. 

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