• A maior parte da população brasileira ainda vive em cidades que priorizam o transporte motorizado, mas o desenvolvimento dos planos de mobilidade urbana pode ser uma oportunidade para mudar essa realidade

    Há pouco mais de cinco anos, a Lei 12.587 era publicada para instituir as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU) no Brasil e dar às cidades com mais de 20 mil habitantes o prazo de três anos para o desenvolvimento de seus Planos de Mobilidade. Após a aprovação da Lei 13.406, de 26 de dezembro de 2016, esse prazo passou a ser de seis anos, o que significa que os municípios terão até 2018 para estabelecer novas normas para o transporte urbano.

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  • Inventário realizado pelo IEMA detalha as emissões na capital paulista por modal, horário, tipo de combustível e localização na cidade

    Em um dia comum, entre as 6h e as 7h da manhã, acontece o pico das emissões de CO2 na cidade de São Paulo. O horário marca o deslocamento cotidiano de muitas pessoas, de casa em direção ao trabalho ou demais compromissos do dia, e explica por que a poluição atinge níveis mais altos no período. Cabe observar, contudo, a disparidade entre as emissões provenientes do transporte individual motorizado e dos ônibus: indo ao trabalho de ônibus, por exemplo, emitimos quase quatro vezes menos do que se formos sozinhos de carro.

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  • Parte da Rede Nacional para a Mobilidade de Baixo Carbono, capital pernambucana dá primeiros passos para projeto de rua com mais segurança e acessibilidade

    Quase 150 anos depois que o médico Pedro da Hora Santiago pediu para rebocar sua casa do terreno nas proximidades do Beco do Espinheiro e deixou o sobrenome de herança para atual Rua da Hora, Recife planeja uma nova transformação na via.

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  • Aprovação do Estatuto em São Paulo é um exemplo para demais cidades brasileiras

    No Brasil e em outras partes do mundo, vemos hoje uma tendência de priorização da mobilidade ativa. As cidades, cada vez mais, estabelecem medidas e fazem mudanças para priorizar e proteger os usuários mais vulneráveis das vias: pedestres e ciclistas. Mais um passo nessa direção foi dado recentemente em São Paulo, com a aprovação do Estatuto do Pedestre pela Câmara Municipal.

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  • Veja o conjunto de alternativas disponíveis para que os municípios não fiquem dependentes apenas da tarifa para o funcionamento do transporte coletivo

    O transporte é um dos pontos essenciais para a eficiência urbana. Cerca de 17 milhões de brasileiros das Regiões Metropolitanas levaram 114 minutos em média nos seus deslocamentos diários de casa ao trabalho em 2012, o que equivale a um custo de produção sacrificada de R$ 111 bilhões, de acordo com estudo da Federação da Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Sem contar o gasto energético e as emissões de gases de efeito estufa.

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  • Documento sugere conjunto de medidas de âmbito municipal e federal para fomentar o transporte a pé e de bicicleta

    É muito comum que as vias urbanas brasileiras sejam projetadas para a circulação de automóveis. Esse desenho das cidades pode levar ao engano, mas os dados esclarecem: a maioria dos brasileiros se desloca de ônibus ou a pé. Os espaços urbanos podem até ser dominados por carros e motos, mas eles não fazem parte da realidade do dia a dia de 69% da população. 
     

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  • Elas são projetadas para permitir acessos seguros a pedestres, ciclistas, motoristas e usuários do transporte coletivo de forma democrática

    As vias urbanas são parte vital das cidades e proporcionam a oportunidade de convivência entre todos que nela passam. Todas as pessoas, independentemente da idade, habilidade e renda devem ter acesso seguro, confortável e conveniente aos seus destinos, seja caminhando, dirigindo, pedalando ou utilizando o transporte coletivo. Mas a maioria das vias são projetadas apenas para a conveniência dos carros, transmitindo a informação para os motoristas de que o espaço é exclusivamente para eles.

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  • Inserido na programação do IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS), o Ciclo de Minicursos TUMI foi realizado nos dias 24 a 26 de abril em Brasília-DF

    A Iniciativa Transformadora de Mobilidade Urbana (TUMI) tem como objetivo apoiar os esforços de cidades de países em desenvolvimento em atividades relacionadas à mobilidade sustentável na transição para a economia de baixo carbono.

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  • No IV EMDS, especialistas debatem como as cidades podem investir na mobilidade sustentável a partir de soluções simples

    Mudar a lógica da distribuição dos espaços públicos é um grande desafio para a mobilidade urbana das cidades brasileiras: é preciso enfrentar discordâncias, educar a população sobre o impacto de cada medida e, claro, vontade política para transformar ideias em realidade.

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  • Sala Desafios da Mobilidade discute como os planos de mobilidade com participação social podem contribuir para garantir mais segurança e saúde

    A implementação da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU) impôs às cidades a obrigação de desenvolver planos de mobilidade urbana sustentáveis, que priorizem os deslocamentos a pé e de bicicleta e o uso do transporte coletivo.

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