• Mesa realizada no IV EMDS, com participação de Ani Dasgupta, debateu formas de financiamento e implementação do acordo selado na Habitat III

    No ano passado, Quito, no Equador, recebeu representantes do mundo todo que se comprometeram a buscar um modelo mais sustentável de cidade nas próximas duas décadas — visão registrada na Nova Agenda Urbana (NAU). A Habitat III, Conferência da ONU para a Habitação e o Desenvolvimento Urbano Sustentável, ficou marcada pela assinatura desse documento que representa um consenso entre líderes globais, prefeitos, acadêmicos e ativistas.

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  • Debate na sala Desafios de Mobilidade enfatizou a importância da mobilidade ativa como agente de transformação e a necessidade de integração entre todos os modos

    Investir em infraestruturas que estimulem a mobilidade ativa é investir na transformação das cidades. E a palavra de ordem para isso é “integração”. Construir redes de transporte integradas, nas quais todos os diferentes modos de transporte estejam conectados e tornem os deslocamentos mais eficientes, é a mudança essencial de que as cidades e as pessoas precisam hoje.

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  • Abertura da sala temática Desafios da Mobilidade Urbana discutiu formas de qualificar e financiar o transporte coletivo no Brasil

    O número de pessoas que utilizam o transporte coletivo no Brasil vem caindo significativamente nos últimos anos. Especialistas destacam a complexidade desse fenômeno, que não encontra explicações simples. Cada cidade tem as suas individualidades, por isso é praticamente impossível que apenas uma solução sirva para todas.

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  • Para debatedores, a importância do Estatuto da Metrópole reside na busca pelo equilíbrio entre pequenos e grandes cidades.

    As fronteiras em regiões metropolitanas muitas vezes são difíceis de perceber. Cidades formam áreas conurbadas que misturam bairros, serviços, infraestrutura e, portanto, dividem oportunidades e desafios.

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  • Dez cidades já foram pré-selecionadas para fazer parte da Rede e desenvolverão projetos de Ruas Completas ao longo do ano

    Diferentes contextos urbanos podem compartilhar a mesma perspectiva para o futuro: desenvolver projetos de Ruas Completas e investir na mobilidade de baixo carbono. A partir de hoje (26), com a meta de disseminar boas práticas de mobilidade, dez cidades pré-selecionadas formam a Rede Nacional para a Mobilidade de Baixo Carbono: Niterói, Porto Alegre, João Pessoa, Campinas, Joinville, Salvador, São Paulo, Juiz de Fora, Recife e Fortaleza, além do Distrito Federal.

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  • Sala temática do IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável debate a cidadania nas decisões políticas

    Não é possível afirmar que a rápida urbanização vivenciada nas últimas décadas foi um processo saudável para as cidades. Em realidade, muito foi construído sem planejamento, mas com o objetivo de acomodar o número crescente de pessoas. Esse processo desordenado acabou deixando alguns direitos dos cidadãos em segundo plano. Hoje, o foco das discussões e planos globais se volta para um deles: o direito à cidade.

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  • Os documentos reúnem conceitos, normas técnicas, orientações e boas práticas para qualificar a mobilidade ativa no Brasil

    Há dois anos, Paula Santos, coordenadora de mobilidade urbana e acessibilidade do WRI Brasil, publicava no TheCityFix Brasil um dos conteúdos de maior sucesso na história do blog: os 8 princípios da calçada.

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  • Painel realizado no IV EMDS debateu o uso de instrumentos urbanísticos como solução para escassez de recursos dos municípios

    Estariam as cidades brasileiras deixando de aproveitar uma montanha de recursos? Diante das constantes reivindicações por mais verbas do governo federal e de outras fontes, parece difícil de acreditar. Mas essa foi a tese exposta pelos painelistas que abriram a sala temática Estratégias Para Otimizar as Receitas Municipais, organizada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) nesta segunda-feira (24) no IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS).

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  • Cerimônia de abertura da série de cursos marcou o lançamento da Iniciativa Transformadora da Mobilidade Urbana (TUMI) no Brasil

    Na África, na Ásia e na América Latina, cidades em desenvolvimento buscam soluções para qualificar os sistemas de transporte e a mobilidade urbana como um todo. Desse desafio, nasceu a Iniciativa Transformadora da Mobilidade Urbana (TUMI). Lançada no ano passado durante a Habitat III, em Quito, a inciativa chega agora ao Brasil com o objetivo de apoiar os esforços de cidades de países em desenvolvimento em atividades relacionadas à mobilidade sustentável na transição para a economia de baixo carbono.

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  • Mobilidade nas escolas, zonas de baixa velocidade e acessibilidade no transporte coletivo são três frentes em que as cidades podem agir para incentivar o transporte ativo

    A possibilidade de ir a pé ou de bicicleta de uma dada origem a um dado destino infere uma série de atributos sobre a cidade: conectividade, acessibilidade, segurança, prioridade aos pedestres. Além de contribuir para a saúde, já que se trata de uma atividade física, o transporte ativo ajuda a tornar as cidades mais humanas e equitativas, uma vez que as pessoas deixam de depender de um carro para todos os seus deslocamentos diários.

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