• Novo estudo do WRI apresenta recomendações para ajudar a superar a crise habitacional no sul global

    De acordo com um novo estudo do WRI Ross Centro para Cidades Sustentáveis, 330 milhões de famílias em todo o mundo, o equivalente a 1,2 bilhão de pessoas, não têm acesso a habitação segura e de qualidade. Sem ações imediatas, o problema se tornará ainda mais crítico, uma vez que o déficit habitacional deve ter um aumento de 30% até 2025, chegando a 1,6 bilhão de pessoas.

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  • Rio de Janeiro busca solucionar os desafios de sua região metropolitana por meio do planejamento integrado

    Lar de 12 milhões de pessoas, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com seus 21 municípios, busca superar as adversidades do rápido crescimento através do planejamento integrado, já que muitas das funções públicas dos municípios se misturam entre as cidades vizinhas.

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  • A maior parte da população brasileira ainda vive em cidades que priorizam o transporte motorizado, mas o desenvolvimento dos planos de mobilidade urbana pode ser uma oportunidade para mudar essa realidade

    Há pouco mais de cinco anos, a Lei 12.587 era publicada para instituir as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU) no Brasil e dar às cidades com mais de 20 mil habitantes o prazo de três anos para o desenvolvimento de seus Planos de Mobilidade. Após a aprovação da Lei 13.406, de 26 de dezembro de 2016, esse prazo passou a ser de seis anos, o que significa que os municípios terão até 2018 para estabelecer novas normas para o transporte urbano.

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  • Inventário realizado pelo IEMA detalha as emissões na capital paulista por modal, horário, tipo de combustível e localização na cidade

    Em um dia comum, entre as 6h e as 7h da manhã, acontece o pico das emissões de CO2 na cidade de São Paulo. O horário marca o deslocamento cotidiano de muitas pessoas, de casa em direção ao trabalho ou demais compromissos do dia, e explica por que a poluição atinge níveis mais altos no período. Cabe observar, contudo, a disparidade entre as emissões provenientes do transporte individual motorizado e dos ônibus: indo ao trabalho de ônibus, por exemplo, emitimos quase quatro vezes menos do que se formos sozinhos de carro.

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  • Parte da Rede Nacional para a Mobilidade de Baixo Carbono, capital pernambucana dá primeiros passos para projeto de rua com mais segurança e acessibilidade

    Quase 150 anos depois que o médico Pedro da Hora Santiago pediu para rebocar sua casa do terreno nas proximidades do Beco do Espinheiro e deixou o sobrenome de herança para atual Rua da Hora, Recife planeja uma nova transformação na via.

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  • Aprovação do Estatuto em São Paulo é um exemplo para demais cidades brasileiras

    No Brasil e em outras partes do mundo, vemos hoje uma tendência de priorização da mobilidade ativa. As cidades, cada vez mais, estabelecem medidas e fazem mudanças para priorizar e proteger os usuários mais vulneráveis das vias: pedestres e ciclistas. Mais um passo nessa direção foi dado recentemente em São Paulo, com a aprovação do Estatuto do Pedestre pela Câmara Municipal.

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  • Veja o conjunto de alternativas disponíveis para que os municípios não fiquem dependentes apenas da tarifa para o funcionamento do transporte coletivo

    O transporte é um dos pontos essenciais para a eficiência urbana. Cerca de 17 milhões de brasileiros das Regiões Metropolitanas levaram 114 minutos em média nos seus deslocamentos diários de casa ao trabalho em 2012, o que equivale a um custo de produção sacrificada de R$ 111 bilhões, de acordo com estudo da Federação da Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Sem contar o gasto energético e as emissões de gases de efeito estufa.

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  • Documento sugere conjunto de medidas de âmbito municipal e federal para fomentar o transporte a pé e de bicicleta

    É muito comum que as vias urbanas brasileiras sejam projetadas para a circulação de automóveis. Esse desenho das cidades pode levar ao engano, mas os dados esclarecem: a maioria dos brasileiros se desloca de ônibus ou a pé. Os espaços urbanos podem até ser dominados por carros e motos, mas eles não fazem parte da realidade do dia a dia de 69% da população. 
     

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  • Elas são projetadas para permitir acessos seguros a pedestres, ciclistas, motoristas e usuários do transporte coletivo de forma democrática

    As vias urbanas são parte vital das cidades e proporcionam a oportunidade de convivência entre todos que nela passam. Todas as pessoas, independentemente da idade, habilidade e renda devem ter acesso seguro, confortável e conveniente aos seus destinos, seja caminhando, dirigindo, pedalando ou utilizando o transporte coletivo. Mas a maioria das vias são projetadas apenas para a conveniência dos carros, transmitindo a informação para os motoristas de que o espaço é exclusivamente para eles.

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  • Inserido na programação do IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável (EMDS), o Ciclo de Minicursos TUMI foi realizado nos dias 24 a 26 de abril em Brasília-DF

    A Iniciativa Transformadora de Mobilidade Urbana (TUMI) tem como objetivo apoiar os esforços de cidades de países em desenvolvimento em atividades relacionadas à mobilidade sustentável na transição para a economia de baixo carbono.

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