• A interação entre veículos, bicicletas e pedestres nas vias geram conflitos que podem resultar em acidentes. Se para adultos as condições são perigosas, para as crianças representam riscos ainda maiores. Como ainda não têm maturidade para entender completamente a dinâmica das ruas, os pequenos ficam mais vulneráveis a acidentes quando o ambiente não é projetado pensando em protege-los.

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  • O Brasil atualmente é um país que acompanha e participa ativamente de diversos acordos internacionais que tentam direcionar o planeta para um futuro mais sustentável. Uma das prioridades desses compromissos é o enfrentamento às mudanças climáticas e a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE). Para isso, saber a origem e mensurar a quantidade de emissões é fundamental para a tomada de decisões. Trabalhar de modo integrado e com estratégia também.

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  • A Rio-92, Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), realizada no Rio de Janeiro em 1992, marcou o momento em que a comunidade política internacional assumiu o compromisso de conciliar o desenvolvimento socioeconômico com as questões ambientais. Também conhecido como Cúpula da Terra, ou Eco-92, o encontro teve como resultado a aprovação da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, na qual foram proclamados 27 Princípios.

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  • Atualmente, 190 países já ratificaram o Acordo de Paris, número que representa 98.9% das emissões globais de gases de efeito estufa, conforme dados do WRI CAIT. Isso significa que todos eles já apresentaram suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), documento que comunica internacionalmente as medidas que cada país tomará para lidar com as mudanças climáticas e como se direcionará para um futuro de baixo carbono.

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  • As cidades que constituem Regiões Metropolitanas (RMs) formam áreas conurbadas, que mesclam além da paisagem: serviços se estendem para além dos limites municipais, populações circulam diariamente entre as divisas dos municípios, desafios muitas vezes comuns enfrentados por gestões diferentes. Sem planejamento, essas áreas tendem a impulsionar o espraiamento urbano, que gera a necessidade de longos deslocamentos para acessar serviços e oportunidades normalmente concentrados nos centros.

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  • Está lá, registrado no Estatuto das Cidades: "a garantia do direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações". Sejam elas parte das presentes ou das futuras gerações, as crianças também têm o direito garantido pela Constituição de usufruir dos meios urbanos.

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  • A Agência Americana de Administração Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) confirmou nesta quinta-feira (18) que a média das temperaturas em 2016 foram as mais altas já registradas.

    Esse não foi o único recorde quebrado no último ano. Aqui estão apenas alguns:

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  • Desde que foi estabelecida a Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), em janeiro de 2012, as cidades ganharam um instrumento de orientação para atuar na qualificação da mobilidade urbana sustentável. Municípios com população acima de 20 mil habitantes têm até abril de 2019 para concluir seus Planos de Mobilidade Urbana e, assim, se tornarem aptos a receber recursos orçamentários federais para projetos nessa área.

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  • As autoridades municipais em todo o mundo muitas vezes não dispõem de informações precisas e abrangentes sobre as condições de tráfego de suas malhas rodoviárias. Sensores nas estradas e outras tecnologias que podem coletar dados em tempo real são muitas vezes proibitivamente caros, mesmo para países desenvolvidos. Ao mesmo tempo, a quantidade de dados de mobilidade coletados pelo setor privado cresceu exponencialmente - uma oportunidade de colaboração entre empresas e governos para melhorar a mobilidade em todo o mundo.

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  • Se o cenário permanecesse como hoje, as emissões de gases de efeito estufa com origem no transporte subiriam de 23% para 33% do total de emissões até 2050. Além de mudar a narrativa, as cidades precisam encarar um futuro que promete transformações intensas na mobilidade urbana.

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