• Integrante da Parceria para Governo Aberto (OGP), São Paulo trabalha para capacitar e engajar população na vida política da cidade

    A falta de confiança nas instituições públicas brasileiras tem origem nos altos índices de corrupção e no sentimento de impotência sobre os processos de tomada de decisão dos governos. Significa que a governança urbana é falha ou inexistente. Transparência, empoderamento dos cidadãos e acesso à justiça e à informação são fundamentais para o estabelecimento de cidades sustentáveis e equânimes. A capital São Paulo está à frente na instauração de tais práticas governamentais e se prepara para criar o seu Segundo Plano Municipal de Governo Aberto.

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  • Diagnóstico confirma vocação peatonal da primeira Rua Completa da Rede Nacional para a Mobilidade de Baixo Carbono

    Artigo escrito por Cidade Ativa e publicado originalmente no ArchDaily.

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    O conceito de Ruas Completas ganhou visibilidade nos últimos anos e chegou ao Brasil trazendo a visão de que ruas devem ser planejadas, projetadas, operadas e mantidas para permitir deslocamentos seguros, convenientes e confortáveis para todos os usuários, independente de sua idade, habilidades ou meio de transporte.

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  • Cidades pretendem dar escala às ações que já vêm gerando resultados positivos na redução de acidentes viários

    O Brasil registra atualmente cerca de 38 mil mortes a cada ano em decorrência de acidentes de trânsito e mais da metade das vítimas são pedestres, ciclistas e motociclistas. Esse número alto e é um resultado claro da falta de segurança viária nas cidades. Duas grandes capitais brasileiras, São Paulo e Fortaleza, já estão reduzindo seus índices de fatalidades no trânsito através de medidas como velocidades mais baixas nas vias e readequação de infraestruturas viárias.

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  • Com o apoio de diversos coletivos da cidade de São Paulo, grupo concebido pelo WRI Brasil prioriza o olhar feminino na construção de uma São Paulo mais equânime

    Há um ano, um encontro de mulheres engajadas na temática da mobilidade urbana de São Paulo proporcionou a oportunidade de debater desafios e propor melhorias urbanas sob a perspectiva de gênero. Da união das cerca de 100 pessoas presentes, majoritariamente mulheres, concluiu-se que espaços de discussão como aquele precisavam ser multiplicados e dar origem a grandes ideias e propostas à capital paulista.

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  • Seminário em São Paulo debateu os benefícios da mobilidade ativa para o comércio e a economia das cidades

    As cidades, a economia e a mobilidade urbana estão em transformação na América Latina, e à frente dessa mudança está a mobilidade ativa. Investir em infraestrutura para os meios de transporte ativo (bicicleta e caminhada) pode gerar empregos, estimular o comércio e gerar economias substanciais para as cidades.

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  • São Paulo trabalha na estratégia de financiamento para o projeto que requalificará a Rua Joel Carlos Borges

    A Estação Berrini fica no encontro da Avenida Nações Unidas com a Rua Joel Carlos Borges: uma rua pequena, de apenas uma quadra, mas predominada pelo fluxo de pedestres. Essa foi a rua escolhida por São Paulo para receber um projeto de requalificação urbana que oferecerá melhores condições de segurança e acessibilidade para os milhares de pessoas que circulam por ali todos os dias.

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  • Inventário realizado pelo IEMA detalha as emissões na capital paulista por modal, horário, tipo de combustível e localização na cidade

    Em um dia comum, entre as 6h e as 7h da manhã, acontece o pico das emissões de CO2 na cidade de São Paulo. O horário marca o deslocamento cotidiano de muitas pessoas, de casa em direção ao trabalho ou demais compromissos do dia, e explica por que a poluição atinge níveis mais altos no período. Cabe observar, contudo, a disparidade entre as emissões provenientes do transporte individual motorizado e dos ônibus: indo ao trabalho de ônibus, por exemplo, emitimos quase quatro vezes menos do que se formos sozinhos de carro.

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  • Aprovação do Estatuto em São Paulo é um exemplo para demais cidades brasileiras

    No Brasil e em outras partes do mundo, vemos hoje uma tendência de priorização da mobilidade ativa. As cidades, cada vez mais, estabelecem medidas e fazem mudanças para priorizar e proteger os usuários mais vulneráveis das vias: pedestres e ciclistas. Mais um passo nessa direção foi dado recentemente em São Paulo, com a aprovação do Estatuto do Pedestre pela Câmara Municipal.

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  • Está lá, registrado no Estatuto das Cidades: "a garantia do direito a cidades sustentáveis, entendido como o direito à terra urbana, à moradia, ao saneamento ambiental, à infraestrutura urbana, ao transporte e aos serviços públicos, ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações". Sejam elas parte das presentes ou das futuras gerações, as crianças também têm o direito garantido pela Constituição de usufruir dos meios urbanos.

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  • Seminário em São Paulo reuniu representantes de entidades municipais e metropolitanas de diversas partes do país para debater o desenvolvimento urbano integrado

    Alguns serviços urbanos ultrapassam os os limites de um município. Nas regiões metropolitanas, por exemplo, funções públicas de interesse comum - como sistemas de transporte, saneamento e uso do solo - muitas vezes abrangem populações de mais de uma cidade. Hoje, no Brasil, 104,2 milhões de pessoas vivem em 71 regiões metropolitanas.

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